Estudo prevê aumento de catástrofes petroleiras

O risco de acidentes será cada vez maior, devido a perfurações cada vez mais profundas e em zonas mais complicadas, explica Arne Jernelov, do Instituto de Estudos Futuros de Estocolmo, em artigo na revista Nature

La Jornada / Carta Maior, 7 de julho de 2010

Um estudo publicado na revista científica Nature concluiu que os riscos relacionados às catástrofes ambientais aumentará no futuro. O estudo prevê a ocorrência de mais acidentes maiores e mais perigosos e a dificuldade crescente nas extrações petrolíferas. Ane Jernelov, do Instituto de Estudos Futuros de Estocolmo escreveu na Nature (466, n.7303, pp. 182-183) que o risco de acidentes será cada vez maior, principalmente nos países cujas relações com o lobby do petróleo são muito estreitas, porque estão realizando perfurações cada vez mais profundas e em zonas mais complicadas. Continue lendo

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Abandoned Oil Wells Make Gulf of Mexico ‘Environmental Minefield’

AP investigation finds BP was responsible for 600 of more than 27,000 abandoned wells in the Gulf of Mexico

Richard Wray, The Guardian, June 7, 2010

The Gulf of Mexico is packed with abandoned oil wells from a host of companies including BP, according to an investigation by Associated Press which describes the area as “an environmental minefield that has been ignored for decades”. While the explosion and subsequent sinking of the Deepwater Horizon rig has thrown the spotlight sharply on BP’s activities in the Gulf of Mexico, environmental safety in the area has been neglected for decades. Continue lendo

Sociedade civil de pé diante do derrame no Golfo

Matthew Cardinale, IPS / Esquerda.net, 3 de julho de 2010

O petróleo começou a espalhar-se no mar no dia 20 de Abril, quando a plataforma Deepwater Horizon, arrendada da Transocean, que tem sede na Suíça, explodiu e afundou. Na cidade de Nova Orleães foi realizada uma Cimeira de Emergência do Golfo para estruturar uma resposta à crise. Após esta instância, que teve lugar no dia 19 de Junho, com a participação de cerca de cem activistas, foi criado o Comité de Emergência para Deter a Catástrofe Petrolífera no Golfo. “Estamos a organizar uma ampla resistência”, disse à IPS Larry Everest, porta-voz do comité e representante de São Francisco, no Estado da Califórnia. Everest viajou à área atingida. Continue lendo

El Golfo de México plantea problemas de toxicidad sin precedentes

Kim Evans, Global Research / Rebelion, 1 de julio de 2010. Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

Si vives en EE.UU., sobre todo a la orilla de los 1.500 kilómetros del Golfo, tienes que desintoxicar tu cuerpo ahora. El motivo: el petróleo crudo está repleto de un producto químico tóxico llamado benceno. Incluso en pequeñas cantidades, el benceno se asocia con la leucemia, el linfoma de Hodgkin y otras graves enfermedades de la sangre y del sistema inmunológico. El “nivel seguro” de la EPA [Agencia de protección medioambiental de EE.UU.] para el benceno es de 4 ppb (partes por mil millones) y el benceno se encuentra en el aire del Golfo a niveles de 3.000 ppb. El petróleo crudo se huele a cientos de kilómetros y, no te quepa la menor duda, si puedes oler petróleo estás aspirando benceno altamente tóxico. Continue lendo

Europa está à mercê de catástrofes como a da BP

Site do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu , 1 de julho de 2010

A Europa não está preparada para responder a acidentes como o registado na plataforma petrolífera da BP no Golfo do México, tanto a nível de leis – que são insuficientes – como de plano de emergência, que não existe. Lead: A Europa não está preparada para responder a acidentes como o registado na plataforma petrolífera da BP no Golfo do México, tanto a nível de leis – que são insuficientes – como de plano de emergência, que não existe. Continue lendo

O desastre no Golfo do México: uma chaga no mundo

Oil spill: Dead Dolphins and Turtles Washing up on Beaches

Naomi Klein, Envolverde / Carta Maior, 29 de junho de 2010

Cientistas do governo estimam que quantidade equivalente a um petroleiro Valdez de petróleo vaza, a cada quatro dias, nas águas do Golfo do México. O prognóstico é ainda pior, se se considera o vazamento de 1991, na Guerra do Golfo, quando se estima que 11 milhões de barris de petróleo foram lançados no Golfo Persa – até agora, o maior vazamento jamais ocorrido. A comparação não é perfeita, porque se limpou área tão pequena, mas estudo feito 12 anos depois do desastre do Golfo Persa mostrou que cerca de 90% da vegetação litorânea e de mangue ainda exibia sinais de envenenamento. Continue lendo

As multas não demoveram os poluidores

Joshua Frank, Esquerda.net, 23 de junho de 2010.

Quando as maiores empresas de recursos naturais são confrontadas com violações ambientais e de segurança no trabalho, abrem o seu livro de cheques, pagam uma multa e continuam a trabalhar como habitualmente. Pelo menos foi essa a lição retirada da explosão altamente mortal na mina de carvão da Massey Energy e do derramamento massivo de petróleo provocado pela British Petroleum (BP). Ambas as empresas têm pago milhões de dólares em multas nos últimos anos, ainda que tenham continuado com o seu negócio como habitualmente. Continue lendo