A recuperação económica que não acontece

É um círculo vicioso e não há saída fácil ou aceitável. Pode significar que não há saída alguma. É algo que alguns de nós chamamos crise estrutural da economia-mundo capitalista.

Immanuel Wallerstein, Esquerda.net, 22 de agosto de 2012

A maioria dos políticos e dos especialistas tem o hábito arraigado de prometer tempos melhores no futuro, desde que as suas políticas atuais sejam adotadas. As dificuldades económicas globais que hoje vivemos não trouxeram uma exceção a este comportamento. Seja nas discussões sobre o desemprego nos Estados Unidos, sobre a escalada alarmante dos custos de financiamento da dívida pública na Europa ou sobre o súbito declínio dos índices de crescimento económico na China, na Índia e no Brasil, as expressões de otimismo a médio prazo permanecem na ordem do dia. Continue lendo

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La crisis del capitalismo

Entrevista a Alex Callinicos

Socialist Worker / Rebelión, 30 de marzo de 2011

El Socialist Worker ha pedido a Alex Callinicos que nos explique la crisis del capitalismo global que aún continúa, y si cree que los gobiernos podrán hacer que la pague la clase trabajadora.

Parece que esta crisis no afloja. ¿Cómo nos hemos metido en este lío?

Algunos economistas e historiadores económicos describen esta crisis diciendo que es la primera Gran Depresión del siglo XXI, y la comparan con la Gran Depresión de finales del s. XIX y la de los años treinta. Me parece que tienen razón cuando afirman que ésta es una crisis muy profunda: no se trata de una alteración normal del «ciclo económico», sino de una crisis mucho más profunda y prolongada, y que hace mucho tiempo que se estaba preparando. Continue lendo

Structural Crisis in the World-System: Where Do We Go from Here?

Immanuel Wallerstein, Monthly Review (1), March 2011

I have written repeatedly on the structural crisis in the world-system, most recently in New Left Review in 2010. (2)  So, I shall just summarize my position, without arguing it in detail. I shall state my position as a set of premises. Not everyone agrees with these premises, which are my picture of where we are at the present time. On the basis of this picture, I propose to speak to the question, where do we go from here? Continue lendo