A Presidential Decision That Could Change the World: The Strategic Importance of Keystone XL

tarsandspipelineboomMichael T. Klare, TomDispatch.com, February 11, 2013

Presidential decisions often turn out to be far less significant than imagined, but every now and then what a president decides actually determines how the world turns. Such is the case with the Keystone XL pipeline, which, if built, is slated to bring some of the “dirtiest,” carbon-rich oil on the planet from Alberta, Canada, to refineries on the U.S. Gulf Coast. In the near future, President Obama is expected to give its construction a definitive thumbs up or thumbs down, and the decision he makes could prove far more important than anyone imagines. It could determine the fate of the Canadian tar-sands industry and, with it, the future well-being of the planet. If that sounds overly dramatic, let me explain. Continue lendo

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Climate Crisis Pushes Sierra Club to End Civil Disobedience Ban

Jon Queally, Common Dreams, January 23, 2013

After 120 years of advocating on behalf of nature, one of the the nation’s largest and oldest environmental organizations—The Sierra Club—has at last decided to end its refusal to participate in acts of civil disobedience.

In a letter to the group’s membership, which numbers over one million, executive director of Sierra Club, Michael Brune, announced: “For 120 years, we have remained committed to using every ‘lawful means’ to achieve our objectives. Now, for the first time in our history, we are prepared to go further.”

What spawned the decision? As Brune explained—and recognizing that many will comment “what took you so long?”—the change in direction was spurred by recognizing “the possibility that the United States might surrender any hope of stabilizing our planet’s climate.”

Specifically, Brune said, “the Sierra Club will officially participate in an act of peaceful civil resistance” at the White House next month on President’s Day weekend. Continue lendo

The Fracking of Rachel Carson, by Sandra Steingraber with Photographs by Nina Berman

Orion Magazine, October 8, 2012

A maioria das pessoas ainda não percebeu que como resultado da elevação do preço do petróleo nos últimos anos não tivemos uma aceleração da transição para energias renováveis, mas sim para formas mais sujas de combustíveis fósseis, em especial o gás de xisto, que passou a ser extraído principalmente com um novo método, a chamada fratura hídrica – altamente destrutiva para o meio-ambiente, envenenando os lençois freáticos  e dispersando substancias cancerígenas utilizadas para separar o gás da rocha.

É em função desta nova “fonte” de combustíveis que os EUA (e nisso Obama e Romney estão unidos) está agora com o objetivo de atingir a “autonomia energética” em poucos anos. E é por isso que a principal luta ambiental nos EUA é, hoje, contra o gasoduto Keystone, que trara gás de xisto de Alberta, no Canadá, para o Golfo do México. Muita gente famosa está se deixando prender nos protestos…

Este vídeo, todavia, aborda este problema de outro ponto e trata da extração por fratura hídrica nos próprios EUA. Faz isso a partir de uma homenagem a Rachel Carsons, cujo livro Primavera Silenciosa lançou o movimento ambiental moderno. The Fracking of Rachel Carsons alude à perseguição que ela sofreu nos últimos dias de vida, com um câncer terminal. Uma intervenção política poderosa, mas infelizmente só disponível em inglês sem legendas. [JC]