Hacia donde va el Foro mundial social?

Pierre Beaudet, 21 de junho de 2011

Durante la reunión en París a fines del mes pasado, representantes de las organizaciones miembros del consejo internacional (CI) del Foro Social Mundial reflexionaron sobre el futuro del FSM en el nuevo contexto marcado por el impulso de los movimientos populares en los países árabes. Continue lendo

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Se empieza por indignarse, luego rebelarse y actuar colectivamente

Entrevista a Esther Vivas en Para todos La 2

El programa Para todos La 2 entrevista a Esther Vivas sobre las alternativas a la crisis actual, ser “antisistema” hoy, las causas de la crisis alimentaria, la especulación financiera con las materias primas, las respuestas desde los movimientos sociales y el papel de la mujer como motor de cambio. En La 2, este martes 29 de marzo.

Memorial do FSM deve vir a Porto Alegre

A capital gaúcha deverá abrigar o Centro de Memória do Fórum Social Mundial (FSM), recebendo toda a documentação e histórico dos encontros realizados em diferentes partes do planeta. Por abrigar os primeiros três encontros, Porto Alegre é referência do Fórum, tanto que a cidade é conhecida internacionalmente por causa dessa hospedagem.

Edelberto Behs, Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 15 de abril de 2011

A revelação é do arquiteto Francisco Whitaker, sócio fundador da ONG Transparência Brasil e co-fundador do FSM. Ele delineou, em palestra proferida ontem à noite para estudantes da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) (1), a trajetória, as perspectivas e os limites do Fórum. A superação do capitalismo é o grande desafio da humanidade hoje, substituindo-o por um sistema de solidariedade e cooperação, destacou. Continue lendo

Decisions taken at the Budapest ESF assembly

Budapest, 4th 5th 6th March, 2011

We, the participants to the European Assembly, in the framework of the ESF process, met in Budapest to build a larger and better relation between East and West and to strengthen the participation in the ESF process of the Eastern European associations, movements, and social actors.

While we commit ourselves to a stronger dialogue and to cooperation between East and West, we also commit ourselves to support as much as possible the South Mediterranean civil societies which are on the front line of a crucial and difficult process of change. Continue lendo

Galería antisistema

Lola Huete Machado, El Pais, 6 de marzo de 2011

Feministas, pacifistas, ecologistas, campesinos, intelectuales, ciudadanos de todo color que claman justicia social y quieren cambiar el modo de hacer de Gobiernos, empresas e instituciones. Su lema: “Otro mundo es posible”. Unos 70.000 se reunieron en Dakar (Senegal) en el 11º Foro Social Mundial. Esta es una crónica del encuentro. Continue lendo

Foro Social Mundial 2011

Esther Vivas, LibreRed, 17 de febrero de 2011

Entrevista con la activista anticapitalista Esther Vivas sobre el Foro Social Mundial.

Preliminary Notes on the World Social Forum 2011, Dakar

Giuseppe Caruso, February 22, 2011

The latest World Social Forum took place in Dakar from the 6th to the 11th of February. It was followed by a two-day meeting of its International Council which began the assessment exercise, that will continue in the next months, and reflected on the way ahead for the next two years. The WSF had a special flavour this year. Whereas the “usual suspect” issues of world activism recurred predictably, though often articulated in new and inspiring ways as I will say below, the overall mood of WSF 2011 was inspired by the exceptional success of the Tunisian and Egyptian Intifadas. Activists followed with trepidation the events unfolding and a gift from fate (may the aulic tone be excused) that on the day of the closing ceremony Hosni Mubarak finally gave in and fled in front of the unrelenting, un-intimidated and growingly confident crowds of Egyptian citizens that washed the streets of Cairo, Alexandria, and all Egypt of the grim remains of thirty years of brutal dictatorship. Continue lendo

Um balanço do FSM de 2011

Cândido Grzybowski, Portal Ibase, fevereiro de 2011

Entre 6 e 11 de fevereiro de 2011, realizou-se em Dacar, no Senegal, a edição centralizada do FSM. Com mais de 50 mil participantes, de 130 países, foi um fórum que deixa suas marcas no processo iniciado em 2001, em Porto Alegre. Uma grande mobilização na volta do Senegal, com a organização de caravanas, garantiu a presença de importantes delegações de 12 países da África. Foi, no pleno sentido da palavra, um FSM africano, dada a presença de movimentos e organizações sociais de quase todos os países do continente. A destacar especialmente a forte presença magrebina, num momento de insurgência cidadã no países árabes. Aliás, as mudanças no mundo árabe deram aos participantes do Fórum Social Mundial deste ano a sensação mais concreta de estarem conectados com os processos de mudanças reais para que outro mundo seja possível. No entanto, foi, talvez, o FSM mais caótico em termos organizativos. A “ágora” virou cacofonia e muito desencontro, mas não deixou de ser inspiração e, ao seu modo, fortaleceu a determinação dos altermundialistas na luta cívica por mudanças. Continue lendo

The World Social Forum, Egypt, and Transformation

Immanuel Wallerstein, Immaneul Wallerstein.com, February 20, 2011

The World Social Forum (WSF) is alive and well. It just met in Dakar, Senegal from Feb. 6-11. By unforeseen coincidence, this was the week of the Egyptian people’s successful dethroning of Hosni Mubarak, which finally succeeded just as the WSF was in its closing session. The WSF spent the week cheering the Egyptians on – and discussing the meaning of the Tunisian/Egyptian revolutions for their program of transformation, for achieving another world that is possible – possible, not certain.

Somewhere between 60,000 and 100,000 people attended the Forum, which is in itself a remarkable number. To hold such an event, the WSF requires strong local social movements (which exist in Senegal) and a government that at least tolerates the holding of the Forum. The Senegalese government of Abdoulaye Wade was ready to “tolerate” the holding of the WSF, although already a few months ago it reneged on its promised financial assistance by three-quarters. Continue lendo

O Fórum Social Mundial 10 anos depois

O Fórum de Dacar, apesar dos problemas que teve em termos de programação e do colapso logístico existente, conseguiu organizar importantes reuniões em que a convergência foi palavra de ordem.
opiniao

Rita Silva, Esquerda.net, 17 de fevereiro de 2011

O Fórum Social Mundial é um processo com 10 anos e por isso será interessante fazer uma análise em jeito de balanço, procurando identificar suas conquistas e suas debilidades ou contradições, assim como necessidades futuras à luz da realidade em que vivemos. A última edição, em Dacar, juntou 75.000 participantes, com forte mobilização de movimentos de toda a África ocidental, mas também gente da Europa, Estados Unidos e, claro, América do Sul. A sensação de que este fórum representa um forte estímulo para os movimentos africanos que têm um dinamismo crescente é inegável. Por outro lado, a queda de mais um ditador africano, agora no Egipto, deu um forte alento aos activistas que celebraram entusiasticamente o acontecimento, mobilizaram-se por ele e o fórum adquiriu um tom mais político. Continue lendo

FSM: Brújula política de los movimientos sociales

Isabel Rauber, ALAI, 14 de febrero de 2011

Recientemente, entre el 6 y el 11 de febrero, se realizó Dakar, la décima edición del Foro Social Mundial. Con ella se cumplieron diez años de la primera reunión, en Porto Alegre, en enero de 2001. Su realización fue un éxito, tanto en la convocatoria como en las temáticas tratadas y, como era de prever, fue prácticamente silenciado por los medios.

Su realización en tierras africanas reunió varios factores cuyo simbolismo condensa y proyecta en cierta medida lo que los pueblos, con sus resistencias, sus luchas y sus propuestas han caminado de entonces a la actualidad, marcando el nuevo tiempo. Continue lendo

Clima é pretexto para a apropriação da vida na Terra, dizem especialistas no FSM

Igor Ojeda, Brasil de Fato, 9 de fevereiro de 2011

A julgar pelos temas de muitas das mesas de debate ocorridas até agora no Fórum Social Mundial deste ano, que começou no dia 6 e acaba no dia 11, percebe-se que uma das principais preocupações de movimentos sociais e sociedade civil de todo o mundo é o fenômeno conhecido como “apropriação de terras”: a compra ou a toma de vastos territórios de países do Terceiro Mundo por governos estrangeiros e, principalmente, corporações transnacionais, que vem ocorrendo massivamente nos últimos anos. Continue lendo

The World Social Forum returns to Africa

Marc Becker, marc@yachana.org, February 14, 2011

Fifty thousand activists from around the world descended on Senegal’s capital city of Dakar at the westernmost point in Africa the first week in February for the World Social Forum. Meeting on an almost annual basis since its first gathering in Porto Alegre, Brazil in 2001, the WSF provides a space to discuss and debate proposals and collaborative actions to build a new and better world. Continue lendo

Fórum Social Mundial convoca duas jornadas de dimensão planetária

Participantes do Fórum Social Mundial de 2011 realizado em Dacar propõem dois dias de mobilização mundial, o primeiro, em solidariedade com as movimentos do mundo árabe acontecerá em Março e o segundo, uma jornada contra o capitalismo, terá lugar em Outubro.

Esquerda.net, 13 de fevereiro de 2011

Enquanto, de um lado de África, no Egipto, milhões de pessoas nas ruas conseguiam a queda de uma opressora ditadura de 30 anos, no lado oposto do continente esses sons de mudança foram ouvidos por setenta mil activistas provenientes de todo o mundo que participaram no Fórum Social Mundial em Dacar, Senegal. Continue lendo

Fórum Social Mundial: articulando as resistências

Esther Vivas 11 de fevereiro de 2011. Tradução português: Paulo Marques

O processo de articulação de redes e movimentos sociais têm tomado toda sua forma na penúltima jornada do Fórum Social Mundial (FSM), nesta quinta, 10 de fevereiro. Assembléas temáticas de mulheres, campesinos, economia solidária, contra a guerra, por justiça climática, etc. Aconteceram, asim como a celebração de uma massiva Assembléia de Movimentos Sociais, onde convergiram os setores mais ativistas do FSM. Continue lendo

Un paso significativo adelante para los movimientos sociales africanos

Concluye el Foro Social Mundial de Dakar

Sergio Ferrari, Rebelión, 11 de febrero de 2011

“Superamos las expectativas más optimistas”, “Muchos presidentes africanos hoy tiemblan”, afirman organizadores.

Una multitudinaria movilización popular en la apertura el domingo 6 de febrero; la diversidad de centenas de talleres y asambleas temáticas; las mini-movilizaciones a favor de causas específicas a lo interno del recinto de la universidad capitalina Diop; y el clima festivo y al mismo tiempo reflexivo marcaron la tonalidad de la edición del Foro Social Mundial (FSM) de Dakar. Continue lendo

Es necesario un foro social en América Latina?

Raúl Zibechi, La Jornada, 11 de febrero de 2011

El escenario político-social ha estallado en múltiples partículas al punto que, por lo menos en América Latina, se va conformando una gruesa nube, o neblina, que desfigura la realidad. La situación es tan compleja que no es sencillo encontrar un eje analítico capaz de dar cuenta del conjunto o que pueda mostrar que existe una realidad única. El escenario de los últimos meses incluye desde amenazas de invasión a México por Estados Unidos hasta un amague de estallido popular contra el gobierno de Evo Morales, pasando por la prisión de líderes indígenas en Ecuador acusados de terrorismo hasta el ascenso de un destacado dirigente de la izquierda colombiana como vicepresidente del ultraderechista Juan Manuel Santos. Continue lendo

Foro Social Mundial: articulando las resistencias

Esther Vivas, 11 de febrero de 2011

El proceso de articulación de redes y movimientos sociales ha tomado toda su forma en la penúltima jornada del Foro Social Mundial (FSM), este jueves 10 de febrero. Asambleas temáticas de mujeres, campesinos, economía solidaria, contra la guerra, por la justicia climática, etc. han tenido lugar, así como la celebración de una masiva Asamblea de Movimientos Sociales, donde han convergido los sectores más activistas del FSM.

La Asamblea de Movimientos Sociales, promovida por La Vía Campesina, el CADTM, la Marcha Mundial de Mujeres, entre otros, ha aprobado, en una multitudinaria asamblea con unos tres mil participantes, una declaración en la que insta a la convergencia de las luchas y a la acción en dos fechas centrales de movilización para este año 2011. Por un lado, se aprobado el 20 de marzo como jornada internacional en solidaridad con los procesos revolucionarios en el mundo árabe y, por otro, el 2 de octubre como día de acción global contra el capitalismo.

Organizaciones y personas venidas de todo el planeta se han encontrado en esta asamblea que ha dado voz a los sin voz. No en vano los primeros en intervenir en el encuentro han sido los miembros del grupo de hip hop senegalés Keurgui y el rapero Fou Malade, quienes han abierto la asamblea con las canciones de protesta ‘¿Qué deuda?’ y ‘Mantén las manos en alto’. Miembros y represtantes de la revuelta tunecina, de la red por la abolición de la deuda externa, del movimiento campesino, sindicalistas, feministas, entre muchos otros, han tomado la palabra para decir claro y fuerte que es necesario combatir y derribar al sistema capitalista.

La declaración de la Asamblea de Movimientos Sociales ha denunciado la guerra, las políticas de las instituciones internacionales y de las empresas transnacionales, la violencia ejercida contra las mujeres, la deuda externa, el cambio climático, la crisis alimentaria, el imperialismo y ha hecho un llamamiento a la acción. Así de claro lo dejaba el siguiente fragmento de la declaración: “El capitalismo destruye la vida cotidina de los pueblos. Pero, cada día nacen numerosas luchas por la justicia social, para eliminar los estragos del colonialismo y para que todas y todos tengamos una vida digna”.

Asimismo las dos últimas jornadas del Foro Social Mundial se han dedicado a la coordinación de las luchas y las campañas. Un total de 38 asambleas de convergencia se han llevado a cabo en ambos días. Una de las más numerosas ha sido la que con el nombre de ‘Mapa de luchas: de COP 17 a Río +20’ ha establecido una hoja de ruta de la cumbre del clima COP17 en Durban a finales del 2011 a la cumbre de Río +20 a mediados del 2012, convocando, antes o entre ambas fechas y con el objetivo de movilizar, a una 2a Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra, como continuación de la que tuvo lugar en Cochabamba, y a un Foro Social Mundial Temático en Brasil en enero del 2012 sobre estas cuestiones. Como decía uno de los participantes en esta asamblea: “Si Copenhaguen fue una tragedia, Cancún fue una traición; pero tenemos quince meses para movernos de Durban a Río, para salir a la calle y decirles a la cara que sabemos lo que están haciendo”.

* Esther Vivas desde Dakar. +info: http://esthervivas.wordpress.com

‘Como produzir muitos Cairos ao mesmo tempo a ponto de mudar o sistema?’

Bia Barbosa, CartaMaior, 10 de fevereiro de 2011

Em 2003, as reações globais planejadas no Fórum Social Mundial contra a anunciada invasão do Iraque ganharam visibilidade em todo o planeta. No entanto, não foram eficazes a ponto de impedir o início da guerra mais brutal deste milênio.

Há poucos meses, o mundo despertou para novas formas de mobilização que, estas sim, têm se mostrado conseqüentes, com a queda do ditador Ben-Ali da Tunísia, a situação cada vez mais delicada do presidente do Egito, o também ditador Mubarak, além do crescimento dos protestos no Iêmen e Jordânia.

A pergunta colocada nesta quarta-feira (9) pelo sociólogo português Boaventura Sousa Santos aos ativistas do FSM foi: como produzir muitos Cairos ao mesmo tempo a ponto de mudar o sistema? Continue lendo

Declaración de la Asamblea de los Movimientos Sociales

Dakar, 10 de febrero de 2011, movimientos.org

Nosotras y nosotros, reunidos en la Asamblea de Movimientos Sociales, realizada en Dakar durante el Foro Social Mundial 2011, afirmamos el aporte fundamental de África y de sus pueblos en la construcción de la civilización humana. Juntos, los pueblos de todos los continentes, libramos luchas donde nos oponemos con gran energía a la dominación del capital, que se oculta detrás de la promesa de progreso económico del capitalismo y de la aparente estabilidad política. La descolonización de los pueblos oprimidos es un gran reto para los movimientos sociales del mundo entero. Continue lendo