Campanha contra hidrelétricas unifica povos dos rios Xingu, Tapajós e Teles Pires e precisa do seu apoio. Colabore!

Os índígenas afetados por hidrelétricas no Xingu, Tapajós e Teles Pires continuam articulando a luta pelo direito de serem consultados. E precisam do apoio de todos.

Movimento Xingu Vivo para Sempre, 20 de maio de 2013.

O principal canteiro de obras da UHE Belo Monte, em Vitória do Xingu (PA), permaneceu, no início deste mês, oito dias com os trabalhos paralisados por força de um dos mais expressivos protestos contra a usina, orçada em R$ 16 bilhões, mas que dois anos depois já superou o custo de R$ 30 bilhões. Continue lendo

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As florestas no centro das grandes estratégias

Washington Novaes, O Estado de S.Paulo, 5 de abril de 2013

É impressionante como boa parte da sociedade e dos meios empresariais – no Brasil e fora daqui – continua a entender que temas como conservação de florestas, biodiversidade e mudanças climáticas nascem da fantasia de “ambientalistas” desocupados e extravagantes. Não levam em conta, na sua visão crítica dos “ambientalistas”, os impactos negativos da predação dos ecossistemas, principalmente na área da produção econômica – ainda que sejam cada vez mais frequentes os estudos que alertam para essas consequências. Continue lendo

Mudanças climáticas: Amazônia mostra sinais de degradação

secamazonianasaEstudo liderado pela NASA afirma que a floresta está sofrendo com a escassez de chuvas e que já é possível visualizar alterações na região em imagens de satélite que podem indicar uma transformação do ecossistema em longo prazo.

Fabiano Ávila, Instituto CarbonoBrasil, 18 de janeiro de 2013

Em 2005 a Amazônia passou pelo que foi batizado de “a seca do século”. Não muito depois, em 2010, outra nova grande seca aconteceu. É claro que é esperado que durante os dois fenômenos a floresta sofra consequências. Porém, o que um novo estudo publicado nesta semana pela NASA alerta é que a floresta não se recuperou entre as duas estiagens. Assim, a agência aponta que há uma tendência de degradação na região e em uma área de 600 mil quilômetros quadrados isso já pode ser visto por satélites.

“Nossa grande surpresa é que os efeitos da seca persistiram bem depois de 2005. Esperávamos que a floresta se recuperasse um pouco a cada ano, mas não foi o que aconteceu. A degradação estava lá quando a seca de 2010 chegou e piorou ainda mais o quadro”, afirmou Yadvinder Malhi, pesquisador da Universidade de Oxford e um dos coautores do estudo. Continue lendo

Elementos para analisar os grandes projetos de infraestrutura na Amazônia

Guilherme Carvalho, ALAI, 4 de julho de 2011

Ultimamente tem sido comum ouvirmos mesmo de pessoas vinculadas a movimentos sociais e ONGs que acompanham os processos de negociação entre os países para incrementar o comércio multilateral ou a integração econômica sul-americana, a afirmação de que a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) já não interessa mais aos governos da América do Sul. Será mesmo verdade? O que temos visto nos últimos anos é a proliferação de grupos e de formas de resistência aos fundamentos da estratégia que sustenta a IIRSA, bem como à sua expressão material que são os grandes projetos de infraestrutura. Indígenas, ribeirinhos, extrativistas, jovens, grupos de mulheres, ONGs, camponeses, integrantes do Ministério Público Federal, pesquisadores(as) e muitos outros segmentos sociais têm oferecido renhida oposição a esses empreendimentos e a tudo o que é associado a eles – degradação ambiental, concentração fundiária e expansão dos bolsões de pobreza, entre outros problemas. É lógico que nesse cenário interessa aos governos da região diminuir a pressão que vem da sociedade. E uma das formas encontradas é justamente disseminar a ideia de que a IIRSA é passado, mesmo que a realidade negue completamente esse discurso.

Este texto em como principal objetivo apresentar alguns elementos que consideramos relevantes à reflexão crítica acerca da execução dos grandes projetos de infraestrutura na Amazônia, cujos principais expoentes são o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a IIRSA. Os itens apresentados não podem ser compreendidos isoladamente, mas como um todo articulado. Contudo, acreditamos que a forma com que o texto foi escrito é didaticamente mais adequada, pois ele poderá ser usado em leituras e reflexões em grupo.

Por fim, queremos ressaltar que alguns elementos não foram incorporados neste texto por conta das dificuldades enfrentadas durante a sua elaboração. Esperamos superar essa falta em outros materiais.

* Documento completo en PDF

– Guilherme Carvalho, Doutorando do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará – NAEA/UFPA.

Brasil rural: matar e desmatar

Nos últimos dias, cinco líderes rurais foram assassinados no Brasil

Frei Betto, Brasil de Fato, 4 de junho de 2011

Nos últimos dias, cinco líderes rurais foram assassinados no Brasil. No Pará, mataram Herenilton Pereira dos Santos e o casal de ambientalistas Maria do Espírito Santo da Silva e José Cláudio Ribeiro da Silva, do projeto agroextrativista Praialta-Piranheira. Os três viviam no mesmo assentamento rural, em Nova Ipixuna. José Cláudio teve uma orelha arrancada. Isso prova ter sido seu assassinato encomendado. É praxe o mandante exigir do pistoleiro a orelha da vítima como “recibo” do pagamento pelo “serviço” prestado. Em Rondônia assassinaram Adelino Ramos, presidente do Movimento Camponeses Corumbiara. E em Eldorado dos Carajás, mataram Marcos Gomes da Silva. Continue lendo

Imazon: desmatamento em MT cresce 500% em abril

Segundo o Imazon, foi o maior desmatamento detectado em um único mês desde novembro de 2007. O instituto também detectou um aumento de 13.500% na degradação florestal. Expectativa de mudança do Código Florestal pode estar relacionada com o aumento do desmate.

Amazonia.org.br,17 de maio de 2011

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) antecipou para hoje (17) a divulgação dos dados de desmatamento detectado em abril de 2011 no estado de Mato Grosso. De acordo com o instituto, apenas em abril Mato Grosso perdeu 243 km2 de florestas, o que corresponde a um aumento de 537% se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando o desmatamento foi de apenas 38 km2. Este foi o maior desmatamento detectado pelo Imazon desde novembro de 2007. Continue lendo

Estudo prevê Amazônia mais quente e mais seca

Análise do Inpe e do centro inglês MetOffice avalia o impacto das mudanças climáticas e do desmatamemto na Floresta Amazônica. Elevação da temperatura em 2ºC significaria 11% menos de chuva.

Nádia Pontes, Deutsche Welle, 11-05-2011.

Por baixo de toda aquela imensidão verde, a Amazônia esconde uma vulnerabilidade preocupante. Um novo estudo publicado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e pelo MetOffice Hadley Centre confirma previsões pessimistas anteriores já feitas pelo instituto brasileiro. Se as emissões dos gases do efeito estufa continuarem nos níveis atuais, a Amazônia poderá sofrer um aumento significativo da temperatura e uma diminuição das chuvas acima da variação global média. Continue lendo

O novo mapa da floresta

Por promover a união improvável entre o conhecimento tradicional de grupos amazônicos e as modernas técnicas de mapeamento por satélite, um antropólogo brasileiro acaba de receber um prêmio de US$ 100 mil da Fundação Ford, sediada nos EUA.

Reinaldo José Lopes,  Folha de S.Paulo, 7 de maio de 2011

Muita gente acha que a Amazônia é um caos fundiário, mas não é bem assim”, disse à Folha Alfredo Wagner Berno de Almeida, pesquisador da Ufam (Universidade Federal do Amazonas). “A verdade é que essas comunidades organizam muito bem seu território. E os mapas que ajudamos a editar expressam essa racionalidade.” Esse é basicamente o trabalho que levou à láurea concedida a Almeida e seus colegas: editar mapas. Continue lendo

”A reforma da lei ambiental foi preparada por leigos, visando o lucro”

Clarissa Thomé entrevista Alceo Magnanini, O Estado de S.Paulo, 3 de maio de 2011

O engenheiro agrônomo Alceo Magnanini, de 85 anos, é o último remanescente do grupo de especialistas que se reuniu entre 1963 e 1965 para elaborar a lei florestal que vigora até hoje e deve ser modificada nos próximos dias pela Câmara. Crítico do projeto, ele defende o enrijecimento do Código Florestal. Continue lendo

Cientistas criticam pressa para votação de Código Florestal

As principais entidades científicas do país pediram ontem que o governo adie a votação da reforma no Código Florestal e passe os próximos dois anos em um “diálogo com a sociedade” sobre a melhor forma de mudar a lei. Enquanto isso, a execução do decreto que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais, e que multará a partir de junho quem desmatou além do permitido hoje, seria adiada.

Cláudio Angelo, Folha de S. Paulo, 26 de abril de 2011

Representantes da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e da ABC (Academia Brasileira de Ciências) disseram ontem que propostas do texto do deputado Aldo Rebelo, como a redução das áreas de mata em algumas margens de rio de 30 m para 15 m, não se sustentam cientificamente. Continue lendo

Nasa mostra extensão da seca devastadora na Amazônia em 2010

Por meio de uma imagem de satélite, a Agência Espacial Americana, Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration) mostrou o efeito devastador da seca recorde que atingiu, no ano passado, o bioma Amazônia.

Amazonia.org, 18 de abril de 2011

Segundo o site mongabay.com, estudos revelam que a seca de 2010 foi a mais extrema analisada até hoje. Uma nova pesquisa publicada na revista “Geophysical Research Letters” constatou que a seca devastou 2,5 milhões de quilômetros quadrados em 2010. Isso é mais do que quatro vezes a área impactada em 2005, quando houve um período de forte estiagem. Continue lendo

Belo Monte. O futuro da energia no retrovisor

Marcelo Furtado, Folha de S.Paulo, 12 de fevereiro de 2011

O Brasil precisa de energia para seguir crescendo. Mas não precisa de Belo Monte. Um estudo do Greenpeace lançado em novembro, o (R)evolução Energética, mostra que o país pode suprir suas necessidades energéticas investindo em fontes de geração renovável, como a eólica e a solar, e dispensando a construção de megahidrelétricas na região da Amazônia. Continue lendo

A razão das hidrelétricas

Luiz Pinguelli Rosa, Folha de S.Paulo, 12 de fevereiro de 2011

O setor elétrico brasileiro está sob duplo bombardeio na mídia. Têm ocorrido quedas de energia elétrica com frequência acima do normal. Não há falta de capacidade instalada, como no racionamento de energia em 2001. Na época, faltaram investimentos para expansão do sistema; hoje, o problema está na transmissão e na distribuição.

Por outro lado, os ambientalistas criticam a construção de Belo Monte. No fundo, a questão não é Belo Monte, mas fazer ou não hidrelétricas de potência significativa, em particular na região Norte, onde está a floresta amazônica, foco de justas preocupações ambientais.

Está na região Norte a maior parte do potencial hidrelétrico do Brasil, que possui os maiores recursos hídricos do planeta: 8,2 km3/ano, seguido da Rússia, com apenas 4,5, e do Canadá, com 2,9. Apesar disso, ficamos em quarto lugar em capacidade instalada de hidrelétricas, atrás de China, EUA e Canadá.
Usamos apenas cerca de 30% do potencial hidrelétrico nacional, percentual este que supera 70% na Noruega, seguida de perto por Japão, Canadá e EUA. Entretanto, a hidroeletricidade representa 85% da nossa geração elétrica, só superada pelo Paraguai e pela Noruega.

Deve o país abrir mão de utilizar essa energia? Creio que não. Mas não pode fazê-lo a qualquer preço.
Devem ser cumpridas as restrições ambientais necessárias. O preço da energia de Belo Monte é de R$ 68/MWh, enquanto nas termelétricas novas é de R$ 140/MWh, e há antigas que chegam a R$ 400/ MWh quando operam em caso de escassez de água nas hidrelétricas.

O investimento previsto é de R$ 20 bilhões, definidos no leilão, embora documento do consórcio vencedor fale agora em R$ 26 bilhões, pretendendo vender 20% da energia para consumidores livres a preço maior. Aí está um problema a ser resolvido pelo consórcio, pois deverá ser obrigado a manter o preço de R$ 68/MWh para a rede pública.

A área inundada se restringe praticamente àquela que o rio já ocupa na sua variação sazonal. Ela tem 516 km2, bem menor que Itaipu, com 1.300 km2. A usina de Balbina tem 0,1 W/m2 e Tucuruí tem 2,9 W/ m22: Belo Monte terá 21 W/m2.

Mas há um problema, que é a redução da água na Volta Grande do Xingu, o que preocupa moradores ribeirinhos. A solução é garantir uma vazão mínima. Não haverá reservatório para acumulação, como fazem as hidrelétricas antigas do sistema interligado. Para reduzir os impactos, perdeu-se a capacidade de regularizar a vazão, reduzindo a energia assegurada. A potência máxima de Belo Monte é de 11 GW e a média é de 4,6 GW. A relação desses dois valores dá o fator de capacidade de 42%, bem menor que os de Jirau e de Santo Antônio.

Entretanto, em geral, as hidrelétricas brasileiras têm fator de capacidade pouco acima de 50%. Esse fator é de, em média, 21% nas hidrelétricas na Espanha, de 32% na Suíça, de 35% na França e no Japão, de 36% na China e de 46% nos EUA.

A operação de Belo Monte não pode ser vista isoladamente, pois ela estará no sistema interligado, no qual há transmissão de energia de uma região às outras. Quando Belo Monte gerar 11 GW, ela vai economizar água em reservatórios de outras usinas, que reduzirão sua geração. E essa água guardada permitirá gerar energia adicional nessas usinas.

É natural que os ambientalistas pressionem o governo. Apoiei a então ministra do governo Lula, Marina Silva, quanto às exigências impostas para as usinas do rio Madeira. No final, chegou-se a uma solução para o licenciamento de Jirau e de Santo Antônio pelo Ibama.

Há anos, obras como a de Tucuruí produziram impactos muito grandes. O canteiro de obra causou uma concentração de pessoas abandonadas à própria sorte após a obra. Isso tem de ser evitado.

E se a Amazônia morrer?

Marcelo Leite, 9 de fevereiro de 2011

Foi só com uns 40 anos de idade, ali por 1997, que tive o privilégio de ver o chão de um pedaço de floresta amazônica forrado com as flores do piquiá, no mês de setembro. Num livrinho de 2001 (A Floresta Amazônica, da série Folha Explica), registrei o desejo de que minhas filhas pudessem um dia ter a mesma visão da gigantesca árvore.

Elas já são adultas e não tiveram tal sorte, embora já tenham ido à Amazônia. Mas suas chances diminuem a cada dia. Continue lendo

Antropologia renovada

Juvenal Savian Filho e Wilker Sousa entrevistam Eduardo Viveiros de Castro, Cult, 13 de dezembro de 2010

“Viveiros de Castro é o fundador de uma nova escola na antropologia. Com ele me sinto em completa harmonia intelectual.” Essas palavras são do antropólogo e pensador francês Claude Lévi-Strauss (1908-2009) a respeito da obra do brasileiro Eduardo Viveiros de Castro. Professor de antropologia do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele é reconhecido nacional e internacionalmente por seus estudos em etnologia indígena – o ensaio “Os Pronomes Cosmológicos e o Perspectivismo Ameríndio”, publicado em 1996, recebeu traduções para diversas línguas e foi incluído em duas antologias britânicas de textos-chave da disciplina, a primeira centrada na antropologia da religião, a outra dedicada à teoria antropológica geral. Em 2009, publicou na França o livro Métaphysiques Cannibales, no qual resume as implicações filosóficas e políticas de suas pesquisas entre os povos indígenas brasileiros. No Brasil, seu livro mais conhecido é A Inconstância da Alma Selvagem, publicado em 2002, que reúne estudos escritos ao longo de sua carreira até então. Uma segunda coleção, trazendo seus ensaios mais recentes, está em preparação, devendo ser publicada pela editora CosacNaify em 2012, sob o título A Onça e a Diferença. Continue lendo

A Pan-Amazônia debate os megaprojetos. Entrevista especial com Valéria Ferreira e Arno Longo

Levar para conhecimento internacional os problemas vividos pela população amazônica foi a grande intenção do V Fórum Pan-Amazônico, realizado no final de novembro deste ano em Santarém, no Pará. A IHU On-Line entrevistou por telefone dois coordenadores do fórum: Valéria Ferreira, do Grupo de Defesa da Amazônia; e Arno Longo, padre e líder do Fórum dos movimentos Sociais da BR163.

Segundo Valéria, a grande novidade desta edição do Fórum Pan-Amazônico foi interface da questão cultural em todos os temas debatidos. “Finalmente, conseguimos fazer com que todos os grupos de trabalho pudessem estar, de alguma forma, reforçando essa questão através das manifestações culturais ligando-a às questões sociais e econômicas”, apontou.

Já Pe. Arno contou que “durante o Fórum discutimos as hidrelétricas a começar pelo Complexo do Rio Madeira e como ela vai influenciar os países vizinhos. Também dialogamos sobre o Tapajós que vai sofrer com a construção de todo o complexo hidrelétrico e hidroviário que vai atingir do Mato Grosso até Santarém, no Pará. E, por fim, tratamos do rio Xingu, que terá as pequenas centrais hidrelétricas. A conclusão principal é que precisamos entender que a água é para nos dar vida e não morte. Por isso, precisamos colocar, em primeiro, lugar a vida nos rios ao invés da construção de barragens”. Continue lendo

V Fórum Social Panamazônico: Carta de Santarém

Santarém, 29 de novembro de 2010

Temos uma utopia: A construção de um continente sem fronteiras, a Aby-Ayala, terra de muitos povos, iguais em direitos e solidários entre si. Uma terra livre de toda opressão e exploração.

A vida em harmonia com a Natureza é condição fundamental para a existência de Aby-Ayala. A Terra não nos pertence. Pertencemos à ela. A Natureza é mãe, não tem preço e não pode ser mercantilizada.

Compreendemos que Aby-Ayala deva ser construída a partir de estados plurinacionais que substituam o velho estado centralizador, patriarcal e colonial, dando à luz a novas formas de governo, onde a democracia se exerça de baixo para cima, seguindo a máxima do mandar, obedecendo, onde exista um diálogo de saberes e culturas, onde cada povo seja livre para decidir como quer viver. Continue lendo

Queimada é principal problema ambiental

O Estado de S.Paulo, 22 de novembro de 2010

As queimadas são um dos maiores problemas ambientais do Brasil e sua erradicação na região amazônica faria com que o Brasil caísse da 4.ª para a 16.ª posição em rankings mundiais de emissão de gás carbônico, disseram pesquisadores em um simpósio da Unesp. Segundo Marcelo Seluchi, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), áreas já devastadas da Amazônia são queimadas reiteradamente, o que lança volumes altíssimos de gás carbônico.

La Amazonia ganadera se industrializa

Mario Osava, IPS, noviembre de 2010

PORTO VELHO, Brasil – Después de transformarse en un ejemplo negativo de deforestación de la Amazonia brasileña, al acumular un rebaño de 12 millones de reses, el estado de Rondonia aprovecha la construcción de dos grandes hidroeléctricas y corredores interoceánicos para pasar de frontera agrícola a industrial. Continue lendo

Iphan tomba encontro do Rio Negro com o Solimões, em Manaus

www.globoamazonia.com, 5 de novembro de 2010

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou nesta quinta-feira (4) o tombamento do Encontro das Águas do Rio Negro com o Solimões, em Manaus, no Amazonas. Na mesma audiência, foi tombado o Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. Continue lendo