‘Born on Third Base’: How the Wealthy Inherit the Earth

The real story told by the Forbes 400 is about privilege and the growing inequality in both wealth and opportunity

Common Dreams staff, September 19, 2012

Just twelve of the Forbes 400 for 2012. (AP Photo/Forbes, Michael Prince)

Gushing over the wild financial wealth of individuals, The Forbes 400: The Richest People In America In 2012 — released today online and heading to newstands nationwide—pays homage to the clichéd platitude that America is the land of opportunity for hard-working, gutsy entrepreneurs and great wealth is merely evidence of great accomplishment.

Unfortunately, according to a new report by Massachusetts-based United for a Fair Economy, the Forbes 400 does not tell the whole story of wealth in America. In fact, the authors of the report argue, the list of the country’s richest people tells the story of a nation where being born into wealth or inheriting great sums from a departed spouse are by far the most common paths to financial fortune. Continue lendo

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O problema “Wall Street” do Brasil

Tirando os interesses do setor financeiro, não há razões para sacrificar crescimento para reduzir a inflação.

Mark Weisbrot, Folha de S.Paulo, 31 de agosto de 2011

A economia brasileira está crescendo mais devagar, mas o governo está reduzindo seus gastos para aumentar seu superavit primário, algo que pode desacelerar a economia ainda mais. A produção industrial caiu 1,6% em junho, e a atividade econômica caiu pela primeira vez desde 2008. Continue lendo

Democracia e riqueza: não se pode ter ambas

Chuck Collins, Sin Permiso / Carta Maior, 26 de dezembro de 2010

Em 2010, uma prova fundamental de moral para uma política pública é: ela concentra ainda mais a riqueza e o poder nas mãos de uns poucos? Ou dispersa a riqueza e o poder concentrado e reforça as possibilidades de uma sociedade democrática com maior igualdade, melhor saúde, bem estar, prosperidade compartilhada e sustentabilidade ecológica? Ela nos move na direção da plutocracia ou da paz e prosperidade. Continue lendo

Economic Prediction for 2011: Profits for Wall St, More Pain for Main St

Robert Reich, RobertReich.org, 30 de dezembro de 2010

What will happen to the US economy in 2011? If you’re referring to profits of big corporations and Wall Street, next year is likely to be a good one. But if you’re referring to average American workers, far from good.The two American economies – the Big Money economy and the Average Working Family economy – will continue to diverge. Corporate profits will continue to rise, as will the stock market. But typical wages will go nowhere, joblessness will remain high, the ranks of the long-term unemployed will continue to rise, the housing recovery will remain stalled, and consumer confidence will sag. Continue lendo

The Perfect Storm

Robert Reich, Robert Reich’s Blog, October 19, 2010

It’s a perfect storm. And I’m not talking about the impending dangers facing Democrats. I’m talking about the dangers facing our democracy.

First, income in America is now more concentrated in fewer hands than it’s been in 80 years. Almost a quarter of total income generated in the United States is going to the top 1 percent of Americans.  The top one-tenth of one percent of Americans now earn as much as the bottom 120 million of us.

Who are these people? With the exception of a few entrepreneurs like Bill Gates, they’re top executives of big corporations and Wall Street, hedge-fund managers, and private equity managers. They include the Koch brothers, whose wealth increased by billions last year, and who are now funding tea party candidates across the nation. Continue lendo

La crisis y el fin de Bretton Woods II

Alejandro Nadal, La Jornada, 13 de octobre de 2010

La asamblea anual del Fondo Monetario Internacional (FMI) concluyó con la persistencia de desacuerdos básicos, que son un mal presagio. Ninguna de las dificultades fundamentales de la economía mundial pudo resolverse en estos días. La guerra de las divisas está a la vuelta de la esquina y los peores días de la crisis podrían estar de regreso en unos meses. Hasta se dice que 2008 podría ser un día de campo, comparado con lo que viene en 2011. Continue lendo

A exuberância do setor financeiro: bancos quintuplicam seus ganhos na era Lula

Patrícia Duarte e Regina Alvarez, O Globo, 22 de agosto de 2010

A exuberância do setor financeiro, evidenciada nos recentes balanços divulgados, ganha contornos mais visíveis quando analisado o desempenho das instituições nos últimos 15 anos. Dados da consultoria Economática, levantados a pedido do Globo, revelam que o lucro líquido dos três maiores grupos do país – Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco e Bradesco, que respondem hoje por quase 80% do mercado – saltou quase 420% entre os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e os sete anos e meio da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (2003-1 semestre de 2010). Os ganhos dessas instituições somaram R$ 167,471 bilhões desde 2003, contra R$ 32,262 bilhões no governo anterior. Os valores estão corrigidos pelo IPCA. Continue lendo

BP es una bomba de relojería para el sistema financiero internacional

Michael R. Krätke, Sin Permiso, 26 de julio de 2010

BP es una bomba de relojería para el sistema financiero. La empresa se refinancia con derivados crediticios y fondos de pensiones que ahora, y para desdicha de sus clientes, experimentan graves pérdidas. Dos elementos tan centrales como obsoletos del actual capitalismo –una economía fundada en la energía fósil y la especulación financiera a escala planetaria— nos llevan derechos a la próxima catástrofe.

Lo que empezó como crisis financiera mundial en septiembre de 2008, con la irrevocable caída del banco norteamericano Lehman-Brothers, puede ahora entrar en la próxima ronda con la previsible caída de BP. La transnacional británica es una bomba financiera de relojería, no sólo para la Gran Bretaña, sino sobre todo para el Reino Unido. Los costes del desastre petrolífero en el Golfo de México para BP se estiman que rondarán los 70 mil millones de dólares. Continue lendo

La impostura del capitalismo moral

Volver a la economía política

Yvon Quiniou, Informe Dipló, 20 de julio de 2010

En plena crisis financiera, frente al descaro de los grandes bancos, los líderes políticos de los países capitalistas, golpearon la mesa. Los más audaces, ante el temor a cuestionar profundamente el sistema, llamaron a una moralización del capitalismo. Sin embargo, desde entonces, las promesas han desaparecido; sólo queda la mistificación. Continue lendo

Projeto Ômega e a desindustrialização

A ideia de transformar São Paulo  em um centro financeiro internacional, tambem apelidada de Projeto Ômega, é uma proposta que visa atender exclusivamente ao sistema financeiro. Mas “o que o Brasil precisa hoje é um ajuste forte na taxa de câmbio. O Projeto Ômega vai justamente no sentido contrário; se garantirmos a plena conversibilidade do real vamos atrair mais capitais para o Brasil e, com isto, apreciar mais ainda a taxa de câmbio”, aponta José Luis Oreiro.

IHU On-Line entrevista José Luis Oreiro, IHU, 12 de julho de 2010

IHU On-Line – O que é o Projeto Ômega? Continue lendo

A volta do Projeto Ômega

Um projeto que já tinha sido cogitado e descartado durante o governo FHC, volta “repaginado”. Agora chamado de Brasil Investimentos, o Projeto Ômega visa transformar a Bolsa de Valores de São Paulo numa das referências mundiais no mercado de capitais, rivalizando com Nova York, Londres e Hong Kong.

IHU On-Line entrevista Guilherme Delgado, 7 de julho de 2010

IHU On-Line – Qual o histórico do Projeto Ômega?

Guilherme Delgado – O Armindo Fraga [1], que era presidente do Banco Central no governo FHC, cogitou, naquela época, uma reforma monetária que praticamente atrelaria o Brasil ao Dólar. Com isso, deixaríamos de ter uma moeda própria para assumir a moeda estadunidense. A tese de eliminação de moedas periféricas e a construção de uma ordem monetária dos países centrais é algo antigo que tentaram passar nos anos 1990 e que não vingou porque não tinha o menor fundamento. A própria crise cambial de 1999, quando veio e derrubou a paridade que se estabelecera até então, é uma prova de que não podemos ter essa vinculação a uma moeda externa como uma solução permanente aos problemas cambiais e monetários. Continue lendo

El pan nuestro de cada día y los mercados de derivados financieros de materias primas

Wallace C. Turbeville, Sin Permiso, 4 de julio de 2010

Cómo explicar que el precio real de los alimentos básicos sea más elevado hoy que en 1853? Los nuevos mercados de derivados financieros de materias primas son, sin duda, parte de la explicación.

En 2008, antes de que el sistema financiero casi se fundiera, amenazando con un colapso económico de proporciones bíblicas, ocurrieron algunos sucesos muy extraños en el mercado de derivados financieros de materias primas. Ahora resulta claro que tanto las instituciones como los inversores habían entendido ya que el mercado hipotecario estaba descarrilando y que se avizoraban en el horizonte graves problemas para las empresas financieras. Las tensiones se acumulaban, ¿pero cómo se relacionaba eso los mercados de materias primas? Todavía no lo sabemos con certeza, pero sabemos que coincidió con unos niveles máximos de inversión –rayanos en los 317 mil millones de dólares— en vehículos de inversión conocidos como fondos del índice de materias primas. Continue lendo

Neoliberalismo obligatorio

Ignacio Ramonet, Le Monde Diplomatique, julio 2010

“Inclina la cerviz, altivo sicambro; adora lo que quemaste y quema lo que adoraste”, ordenó el obispo Remigio al bárbaro Clodoveo cuando tuvo éste que convertirse al cristianismo para ser rey de Francia. Y eso mismo parecen haberle exigido al socialdemócrata José Luis Rodríguez Zapatero, los jefes de Gobierno del Eurogrupo, en Bruselas, el 7 de mayo pasado, cuando se sumaron al Fondo Monetario Internacional (FMI) y a los mercados financieros para obligarle a renegar de toda veleidad social, y a convertirse en el acto al credo neoliberal.

Apenas cinco días después, con el fanatismo de los conversos (mas con pretendido ” desgarro interior “), el Presidente del Gobierno -que afirmaba, en 2004, “gobernaré para los más débiles”, y reiteraba, en 2008, “gobernaré pensando en los que no tienen de todo”- anunciaba un plan de ajuste terriblemente impopular. Cinco millones de pensionistas, tres millones de funcionarios, cientos de miles de ancianos necesitados de asistencia y medio millón de futuros padres de 2011 padecerán las consecuencias del brutal recorte. Continue lendo

La distopía de la “nueva austeridad”

El golpe de Estado financiero contra el Estado democrático y social de Derecho en Europa

Michael Hudson, New Economic Perspectives, 28 de junio de 2010

“Lejos de limitarse a retraer la economía, lo que persigue ahora el neoliberalismo es alterar la trayectoria en la que ha venido moviéndose la civilización occidental en los dos últimos siglos. Se trata nada menos que de hacer retroceder la seguridad social y las pensiones de los trabajadores, la asistencia sanitaria, la educación y otros servicios públicos, de desmantelar el Estado democrático y social de Derecho, de poner fin a los logros de la era progresista y aun al ideario programático del republicanismo clásico”. Continue lendo

Saldo global = +Ricos +pobres

Salvador González Briceño, ALAI, 24 de junio de 2010

La principal característica del mundo capitalista, en cualquiera de sus facetas históricas, pero especialmente acelerada durante la presente etapa imperialista en la globalización, es la concentración de la riqueza en pocas manos. Por eso, y pese a las crisis —más bien precisamente gracias a ellas, porque con la recesión siempre hay alguien que gana, y ganan los más ricos— últimas del capital financiero-especulativo, los ricos se vuelven más ricos contra los pobres que aumentan en número y se vuelven también más pobres. Continue lendo

Desemprego mundial alcança recorde histórico

Relatório da Organização das Nações Unidas afirma que há 211 milhões de desempregados hoje no mundo, o maior índice registado na história. Artigo do La Jornada. Continue lendo

Bilionários ficaram mais ricos em 2009

Segundo um relatório da Merrill Lynch sobre a riqueza mundial, o número de pessoas que, no mundo, tem mais de um milhão de dólares para investir aumentou e a sua riqueza cresceu 18,9%. Continue lendo

Requiem para o neoliberalismo? Ainda é cedo

Na opinião da professora e economista Leda Paulani, em entrevista concedida por e-mail para a IHU On-Line, Keynes ensinou que a teoria do livre mercado não funciona. “Quanto mais deixado a si mesmo, quanto menos regulado, tanto mais forte desponta sua tendência de se enroscar em suas próprias pernas, gerando crises como essa de agora”, afirma ela. “A crise de hoje é um misto de crise clássica com crise estritamente financeira e, tanto num quanto noutro lado, a crise de confiança está presente”. Em outras palavras, completa Paulani, “será muito difícil e demorado reativar a máquina do crédito, sem a qual a economia capitalista funciona muito mal”.

Ao falar sobre a contribuição da teoria de Keynes, a economista acredita que certamente o autor diria a Lula para “não desperdiçar a oportunidade aberta pelo pré-sal e impor controles aos fluxos de capital, recuperando assim os graus de liberdade necessários para conduzir a política cambial e a política monetária de modo geral”. Continue lendo