La empresa más criminal de la historia

Terracidio y terraristas: Destruyendo el planeta por beneficios de récord

Tom Engelhardt, TomDispatch / Rebelión, 27 de mayo de 2013. Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández

Contamos con una palabra para designar la matanza consciente de un grupo racial étnico: genocidio. Y otra para la destrucción consciente de determinados aspectos del medio ambiente: ecocidio. Pero no tenemos un término para designar el acto consciente de destruir el planeta que habitamos, el mundo que la humanidad ha conocido, hablando históricamente, hasta ayer por la noche. Una posibilidad podría ser “terracidio”, de la palabra latina terra, que designa el planeta tierra. Encaja bien, dada su similitud con el peligroso tópico de nuestra era: terrorista. Continue lendo

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Os intelectuais que têm algum sentido ético precisam falar sobre a Terra ameaçada

Enquanto houver alguém gritando no mundo, sejam mulheres, afrodescendentes, indígenas, pessoas discriminadas, sempre têm sentido, a partir da fé, falar e atuar de forma libertadora

Graziela Wolfart entrevista Leonardo Boff, IHU On-line, 16 de outubro de 2012

“A Teologia é séria quando toma a sério o testemunho dos invisíveis, dos desprezados, daqueles que ninguém conta. Cada pessoa é única no mundo, tem algo a dizer, a mostrar. Ignorante é aquele que pensa que o povo é ignorante. O povo sabe muito da vida, da sua luta”, afirmou Leonardo Boff em entrevista concedida, pessoalmente, à IHU On-Line. Continue lendo

Em tempo de crises que é feito da ecologia?

Com a crise da financeira e económica instalada, a crise ecológica passou para segundo plano. Mas pior que o “apagão” ecológico, é voltarmos a assistir a um recuo na proteção ambiental mínima existente.

Rita Calvário, Esquerda.net, 13 de outubro de 2012

Com a crise da financeira e económica instalada, a crise ecológica passou para segundo plano. Antes deste irromper, os temas ambientais iam, por exemplo, ocupando alguma parte das notícias, surgiam sempre nos discursos oficiais e faziam parte das campanhas e programas eleitorais (veja-se a sua ausência nas eleições dos EUA). Mesmo com abordagens frequentemente superficiais ou segundo perspetivas pouco interessantes, de algum modo era “imperdoável” não considerar as questões ambientais. Continue lendo

Le droit à la paresse contre la frénésie productiviste

Intervention au colloque « Le droit à la paresse, nécessaire, urgent » pour le centenaire de la mort des Lafargue, ULB, 23 novembre 2011.

Daniel Tanuro, Europe Solidaire Sans Frontiere, 23 de novembre de 2011

J’aurais pu, par facilité, intituler cette intervention « Le droit à la paresse, nécessité écologique ». Mais la crise écologique valide et questionne à la fois l’œuvre de Lafargue. Elle la valide dans la mesure où l’urgence environnementale commande d’en finir avec la croissance productiviste du capitalisme réellement existant, de remplacer la production de marchandises pour le profit par la production de valeurs d’usage pour la satisfaction des besoins humains réels. Elle la questionne dans la mesure où le capitalisme a mené l’humanité à piller les ressources à un point tel que certains mécanismes fondamentaux de « l’écosystème Terre » sont en danger. Dès lors, la concrétisation du droit à la paresse ne saurait découler simplement de la levée des entraves capitalistes au développement des forces productives – en tout cas des forces matérielles. En particulier, le lien entre la hausse de la productivité du travail par les machines et l’alternative socialiste doit être réexaminé de façon critique. Continue lendo

Con los ojos abiertos. Una mirada para cambiar de disco

Yayo Herrero, Éxodo / Rebelión, 6 de julio de 2012

Dice Jorge Riechmann en un poema titulado Con los ojos abiertos:

“Quiero ver todo lo que va a venir (…) quiero estar en la calle / dentro del laberinto / amaestrando el hambre y la angustia / sin ovillo de hilo y con los ojos abiertos”.

Mirar lo que nos está viniendo en los últimos meses no es fácil. La ofensiva neoliberal sobre todos los aspectos que afectan a la vida de las personas es brutal. En apenas unas semanas vemos desintegrarse delante de nosotras una buena parte de las conquistas sociales que ha costado siglos construir. Los llamados recortes sociales son verdaderas amputaciones de las condiciones básicas de humanidad. Es la destrucción de los resquicios de reciprocidad, de los escasos retazos de solidaridad que permiten que seamos sociedad. Continue lendo

Del anticapitalismo y el ecologismo como alternativa política

Esther Vivas, Rebelión, 18 de mayo de 2011

El punto de partida para un debate como el de hoy es constatar que la humanidad se encuentra frente a una crisis ecológica global que forma parte intrínseca de la crisis sistémica del capitalismo. Y una de las diferencias respecto a las crisis económicas anteriores, de los años 70 o el crack del 29, es, precisamente, su vertiente ecológica.

De hecho, no podemos analizar la crisis ecológica global de forma separada de la crisis en la que estamos inmersos ni de la critica al modelo económico que nos ha conducido a la misma. También es necesario rechazar sin paliativos la lógica de maximización del beneficio del sistema capitalista y su orientación productivista que no tiene en cuenta los límites del planeta tierra. Continue lendo

UN Warned of Major New Food Crisis at Emergency Meeting in Rome

Environmental disasters and speculative investors are to blame for volatile food commodities markets, says UN’s special adviser

John Vidal, The Guardian, September 24, 2010

The world may be on the brink of a major new food crisis caused by environmental disasters and rampant market speculators, the UN was warned today at an emergency meeting on food price inflation. Continue lendo

Latinoamérica ante la crisis ecológica global

Ignacio Sabbatella, Voces en el Fénix, 18 de septiembre de 2010

América latina tiene por delante un desafío enorme en materia ambiental. A pesar de los cambios políticos profundos suscitados en la región, los gobiernos progresistas no han podido desembarazarse del rol asignado en la división internacional del trabajo. Es necesario rediscutir los fundamentos del sistema capitalista para comprender los problemas ecológicos. Entender no sólo la relación contradictoria capital-trabajo sino también la contradicción capital-naturaleza: la capacidad proveedora y receptora de la naturaleza es limitada y, por lo tanto, incompatible con la acumulación ilimitada de capital. Continue lendo

Mobilização para salvar a civilização

Envolverde, 20 de outubro de 2009

Lester Brown vem ao Brasil para lançar edição em português do Plano B 4.0, uma proposta de reconstrução da economia global.

Como conduzir a sociedade a uma nova trajetória de crescimento sustentável na velocidade que a crise atual requer? A questão inquieta tanto a céticos quanto entusiastas da sustentabilidade. Às vésperas da Conferência do Clima, em Copenhague, onde será negociado um acordo para frear o aquecimento global, Lester Brown aponta o caminho para formular estratégias coletivas de mudança em seu mais recente livro: Plano B 4.0: Mobilização para salvar a civilização, que será lançado em português no dia 22 de outubro pelas editoras New Content e Ideia Sustentável, com o patrocínio do Bradesco. Continue lendo

Os limites da sustentabilidade no mundo atual

limitsWashington Novaes, 19 de abril de 2009

Estamos vivendo um novo tempo, porque já não se trata mais de cuidar apenas do meio ambiente. É bem mais do que isso: a questão é não ultrapassar limites que colocam em risco a própria vida. Para isso invoco as palavras de Kofi Annan, que durante mais de uma década foi secretário-geral da Organização das Nações Unidas [ONU], uma pessoa com muito conhecimento. Ele diz que hoje o problema central da humanidade está nas mudanças climáticas e na insustentabilidade dos padrões de produção e de consumo no mundo, porque já estão além da capacidade de reposição do planeta. Ele afirma que essas duas questões ameaçam a sobrevivência da espécie humana. É preciso prestar atenção nisso. Continue lendo

Interligação das crises

eric-toussaintEric Toussaint, Esquerda.net, 18 de novembro de 2008

A explosão das crises alimentar, econômica e financeira em 2007-2008 mostra o quão interligadas estão as economias do planeta. Para resolver estas crises é necessário arrancar o mal pela raiz.

A Crise Alimentar

Em 2007-2008, mais de metade da população viu as suas condições de vida degradarem-se gravemente, pois foi confrontada pelo forte aumento do preço dos alimentos. Esta situação originou protestos massivos em pelo menos quinze países na primeira metade de 2008. O número de pessoas afectadas pele fome agravou-se em várias dezenas de milhões, e centenas de milhões viram o acesso aos alimentos restringir-se (e, consequentemente, a outros bens e serviços vitais). Continue lendo

“Devemos pensar grande”

Susan George, Carta Maior, 24 de outubro de 2008

Nosso pobre e combalido mundo está envolto em múltiplas crises. Há pobreza em massa e desigualdade crescente dentro e entre países pobres e ricos. O desastre financeiro que começou com as hipotecas subprimes se espalhou inexoravelmente pelos EUA e pelo resto do mundo, ameaçando mergulhar a economia global num período prolongado de estagnação tão severa como a Depressão. O pior de tudo é que a mudança climática e a destruição de espécies estão sendo aceleradas mais rapidamente do que muitos cientistas e alguns governos pensavam que fosse possível.

Uma crise retro-alimenta e intensifica a outra. Depois de anos de “inovações” irresponsáveis, grandes instituições financeiras estão sendo resgatadas com dinheiro público e muitos executivos pegam o dinheiro e desaparecem, enquanto milhões perdem seus empregos e frequentemente suas casas. Vejam a explosão da bolha imobiliária, o estouro especulativo das commodities do mercado, impulsionando o aumento do preço dos alimentos e da energia. O aumento dramático do preço dos gêneros de primeira necessidade mergulham outras 150 milhões de pessoas na pobreza. Comunidades pobres em recursos fazem o que podem, derrubam árvores, matam animais e super-exploram a pouca terra que têm, mas os ricos causam, de muito longe, um dano muito maior, com suas dinossáuricas pegadas ecológicas. Continue lendo

Baixaria sobre o aquecimento global

José Eli da Veiga e Petterson Valle, Folha de S.Paulo, 25 de setembro de 2008

BASTA UM pouco de conhecimento histórico para saber que a evolução cultural da humanidade passou por três saltos decisivos, com o domínio do fogo, da agricultura e da máquina a vapor. E não é preciso muito esforço imaginativo para prever que a quarta tarefa de Prometeu será a descoberta de novas fontes de energia que não sejam fósseis. Com ou sem aquecimento global, a esperança de continuidade do progresso material da espécie humana dependerá de utilizações mais diretas da energia solar. Continue lendo