Beijing is not the only Asian city with lethal air pollution

chinese-pollutionThe Chinese capital is just one of hundreds of cities where poisonous air is the fastest growing cause of death. A report in the Lancet says that worldwide, a record 3.2 million people died from air pollution in 2010, compared with 800,000 in 2000.

John Vidal, guardian.co.uk, January 17, 2013

Air pollution in Beijing has been described as “apocalyptic” this week with people choking their way through murky streets, short of breath and their eyes stinging from toxic air. But Beijing is just one of hundreds of cities, largely in Asia, where poisonous air is now the fastest growing cause of death in urban populations.

In the past few months there have been acute air pollution incidents reported in Bangladesh, Iran, Afghanistan, Nepal, and Pakistan. In Tehran, the desperate authorities had to close all public offices, schools, universities and banks twice in the last two months; In Nepal the army has had to give up its cars and in Kabul it has been reported that there are now more deaths as a result of air and water pollution than from conflict Continue lendo

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Névoa de poluição some na China, mas país precisa mudar economia

Níveis perigosos de contaminação do ar dos últimos dias sofreram redução. No entanto, indústria do carvão e uso de automóveis devem ser revistos.

Globo Natureza, 17 de janeiro de 2012

A China já conseguiu limpar seu ar, mas especialistas afirmam que para evitar a neblina tóxica, conhecida como “smog”, que sufocou o país esta semana, o país precisa superar uma economia alimentada por indústrias movidas a carvão, uma fonte altamente poluente, e ao uso de automóveis. Continue lendo

Existe uma política para universalizar uso do automóvel

Igor Ojeda entrevista Nazareno Affonso, Carta Maior, 21 de setembro de 2012

Carta Maior – Traçamos um panorama sobre o trânsito nas maiores cidades do Brasil e o diagnóstico geral é quase o mesmo: a grande vilã é a cultura do automóvel. Além disso, ficou evidente a urgência do investimento em transporte público. Como o senhor vê esse diagnóstico? Existe um eixo comum como determinante da situação do trânsito nas grandes cidades brasileiras?

Nazareno Stanislau Affonso – Existe uma política oculta de Estado de universalizar o uso e a propriedade do automóvel. Oculta porque não se ouve nenhum político defendendo que se dê prioridade ao automóvel. Essa política, que explodiu no governo de Juscelino Kubitschek, destruiu a mobilidade baseada em bondes e trens. Havia uma rede ferroviária boa e redes de bondes que atendiam as cidades… eles foram sendo tirados porque atrapalhava a velocidade do carro, cortava os pneus. No “novo Brasil”, o uso do automóvel foi assumido como política de Estado e se apropriou do sistema viário.

Hoje, não há a democracia de um bem público chamado “rua”. A grande questão que discutimos hoje é de quem é a rua. No MTD [Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos] temos defendido que as ruas são das pessoas, não dos veículos. Apesar do grande volume de pedestres que existe, as calçadas estão em mau estado de conservação. É uma via de circulação, um modal de transporte, mas nunca foi considerada assim.

A disputa é pela apropriação da via pública. A democracia em uma cidade se mede pela largura de suas calçadas, pelos espaços reservados ao transporte público e à bicicleta. Com base nisso a gente sabe se uma cidade é democrática ou não. Se os pedestres são responsáveis por 30% dos deslocamentos, eles têm de ocupar 30% da via. Continue lendo

São Paulo, a cidade que sempre para

Em 2011, a capital paulista atingiu a marca de 7,2 milhões de veículos. Às 19 horas de 1º de junho de 2012, a CET registrou o recorde histórico de 295 km de vias congestionadas. Os usuários de transporte coletivo levam o dobro de tempo para chegar ao destino do que os que viajam em transporte individual. O tempo médio que as pessoas gastam no trânsito em seus deslocamentos diários é de 2 horas e 23 minutos.

Igor Ojeda, Carta Maior, 21 de setembro de 2012

São Paulo – Há tantos carros na cidade de São Paulo quanto gente em toda Grande Belo Horizonte, a terceira maior região metropolitana do país. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da capital paulista, em 2011 eram 5,2 milhões de automóveis – somando caminhões, ônibus, utilitários e motos, o número de veículos pulava para 7,2 milhões. A expressão “cidade que nunca para”, muitas vezes usada para qualificar São Paulo, não pode ser aplicada quando o assunto é trânsito. Continue lendo

Brasil enfrenta epidemia de acidentes de trânsito

Levantamentos feitos pelo Ministério da Saúde sobre internações hospitalares e gastos com tratamento mostram que o Brasil enfrenta “uma epidemia” de acidentes de trânsito, segundo a coordenadora da Área Técnica de Vigilâncias e Acidentes da pasta, Marta Maria Alves da Silva. Em 2011, foram internadas em hospitais da rede pública 153.565 vítimas de acidentes de trânsito, o que gerou um gasto de R$ 200 milhões aos cofres públicos.

Marcos Chagas, Agência Brasil, 13 de setembro de 2012

A agravante é que, do total das internações, praticamente a metade – 48% – envolveu motociclistas. “Isso caracteriza uma situação epidêmica, e as causas mais comuns são: direção perigosa e condução das motos por pessoas alcoolizadas”, destacou Marta Alves, ao participar do seminário Políticas para o Trânsito Seguro de Motos, promovido pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Continue lendo

O Brasil e os carros mais caros do mundo

A Dilma Rousseff decidiu manter a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos como um estímulo ao consumo. Os carros brasileiros ocupam o primeiro lugar quanto a preço e lucros das montadoras.

Eric Nepomuceno, Página/12, 31 de agosto de 2012. A tradução é do Cepat.

O Brasil é o quarto maior mercado automobilístico do mundo: está atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão. A produção ultrapassa uma marca após outra, e agora mesmo a presidenta Dilma Rousseff decidiu manter, por mais dois meses, a isenção do IPI para veículos novos. Essa medida, que fez baixar os preços e aumentar as vendas, faz parte da política de estímulo ao consumo interno determinado pelo governo, cujo objetivo é impedir um esfriamento mais acentuado da economia. As projeções iniciais indicam que em agosto foram vendidos 400.000 carros e produzidos 330.000. A produção estimada para este ano beira a marca dos 3,4 milhões de veículos. Continue lendo

Mobilidade versus carrocentrismo

Ricardo Abramovay,  Folha de S. Paulo, 14 de dezembro de 2011

Automóveis individuais e combustíveis fósseis são as marcas mais emblemáticas da cultura, da sociedade e da economia do século XX.

A conquista da mobilidade é um ganho extraordinário, e sua influência exprime-se no próprio desenho das cidades. Entre 1950 e 1960, nada menos que 20 milhões de pessoas passaram a viver nos subúrbios norte-americanos, movendo-se diariamente para o trabalho em carros particulares. Há hoje mais de 1 bilhão de veículos motorizados. Seiscentos milhões são automóveis. Continue lendo

Mobilidade versus carrocentrismo

O automóvel é a unidade entre duas eras em extinção: a do petróleo e a do ferro. Pior: a inovação que domina o setor até hoje consiste muito mais em aumentar a potência, a velocidade e o peso dos carros do que em reduzir seu consumo de combustíveis.

Ricardo Abramovay, Folha de S. Paulo, 14 de dezembro 2011

Automóveis individuais e combustíveis fósseis são as marcas mais emblemáticas da cultura, da sociedade e da economia do século XX.  A conquista da mobilidade é um ganho extraordinário, e sua influência exprime-se no próprio desenho das cidades. Entre 1950 e 1960, nada menos que 20 milhões de pessoas passaram a viver nos subúrbios norte-americanos, movendo-se diariamente para o trabalho em carros particulares. Há hoje mais de 1 bilhão de veículos motorizados. Seiscentos milhões são automóveis.

A produção global é de 70 milhões de unidades anuais e tende a crescer. Uma grande empresa petrolífera afirma em suas peças publicitárias: precisamos nos preparar, em 2020, para um mundo com mais de 2 bilhões de veículos. O realismo dessa previsão não a faz menos sinistra. O automóvel particular, ícone da mobilidade durante dois terços do século XX, tornou-se hoje o seu avesso. Continue lendo

”O carro é uma invenção mais apocalíptica que a bomba atômica”, diz arquiteto

Kenneth Frampton (nascido em Woking, Reino Unido, em 1930) só construiu um edifício de moradias de aluguel em Londres e outro de habitação social nos EUA. “Creio que percebi que poderia contribuir mais para o mundo escrevendo e ensinando arquitetura do que tentando construí-la”, explica em Madri, convidado pela Asociación de Becarios de La Caixa. E tem sentido. Seu livro “Uma História Crítica da Arquitetura Moderna” (ed. Gustavo Gili) é a bíblia dos estudantes dessa disciplina.

Anatxu Zabalbeascoa, El País / Portal Uol, 11 de junho de 2011

Desde que o escreveu, em 1980 – ele vive nos EUA, para onde emigrou em 1966 para dar aulas nas Universidades de Princeton e Columbia -, o revisou três vezes. Na primeira acrescentou seu famoso regionalismo crítico, que reflete como o “genius loci” marca os edifícios (1985); na segunda indagou sobre as arquiteturas fragmentadas da desconstrução (1992); e na última explicou os efeitos da globalização, o fenômeno dos arquitetos estrelas e também a sustentabilidade (2007).

Frampton afirma que não trabalha em uma quarta revisão, mas considera que o impacto da crise será notável. A arquitetura também se ressentirá do espetáculo, ou simplesmente mudará para outro lugar?

“A manhattanização do mundo continuará em países emergentes como China e Rússia: a arquitetura especulativa move dinheiro, e isso garante que a proliferação de arranha-céus não vá parar”, afirma. Dos últimos anos considera que o pior foi “tratar a arquitetura como arte, como esculturas gigantescas; isso reduz a arquitetura à fachada dos edifícios”. Mas considera positiva a atenção prestada na mídia. “Conhecemos obras levantadas com meios escassos como a de Francis Kéré na África.” Continue lendo

Mais e mais veículos sem poder circular?

Washington Novaes, O Estado de S.Paulo, 6 de maio de 2011

Seria cômica se não tivesse – como tem – consequências literalmente funestas a problemática da ocupação do espaço urbano por veículos, que nele se tornaram a principal personagem – a ponto de, já há alguns anos, a Associação Nacional de Transportes Públicos dizer que na cidade de São Paulo mais de 50% do espaço, incluídos vias públicas, praças, garagens e estacionamentos, se destina a veículos. O ângulo quase cômico fica por conta de algumas notícias dos últimos dias: 1) Um projeto de oito empresas, lideradas por Itaipu, já consegue produzir no Brasil um ônibus elétrico híbrido, com motor de combustão alimentado por etanol, movimentado por motor elétrico – portanto, silencioso e com emissões mínimas de gases; 2) também na Alemanha estão sendo produzidos carros elétricos silenciosos; 3) mas neste mesmo momento entra em vigor nos Estados Unidos lei que obriga automóveis elétricos e híbridos a gerar “um mínimo” de ruídos, capaz de alertar para sua presença portadores de deficiência visual e idosos, já que com esses veículos a possibilidade de atropelar deficientes é duas vezes maior – e com essa providência os dispositivos especiais consumirão combustível, emitirão poluentes e intensificarão os ruídos urbanos. Continue lendo

Brasil já tem 1 carro para cada 6 habitantes

Há um carro para cada seis habitantes no Brasil, paridade que vem diminuindo a cada ano. O fenômeno do crescimento econômico, do crédito farto – e agora mais caro – e da ascensão da classe média levou a frota brasileira a registrar aumento de 61,3% em uma década, atingindo 32,4 milhões de veículos em 2010. No mesmo período, a população aumentou 12,3%, para 190,7 milhões de pessoas.

Cleide Silva, O Estado de S.Paulo, 10 de abril de 2011

Num cálculo mais preciso, o País tem 5,9 habitantes por veículo, incluindo na conta automóveis e comerciais leves (94% da frota total), caminhões e ônibus. Em 2000, a proporção era de 8,4 habitantes por veículo. A vizinha Argentina tem entre 4,5 e 5 habitantes por carro.

Além de maior, a frota brasileira está mais jovem, concentrada e mais lenta nas grandes metrópoles. Dos veículos em circulação, 42% têm até cinco anos de uso. Ainda circulam pelo País 1,3 milhão de veículos com mais de 20 anos, idade que as empresas consideram crítica em termos de manutenção, desempenho e emissão de poluentes. Continue lendo

Ciudades europeas sin coches de gasolina y diésel en 2050?

Emili Vinagre, Reuters/dpa, 30 de marzo de 2011

Europa quiere revolucionar el sector del transporte. Acabando con la dependencia del petróleo y reduciendo emisiones. Por ejemplo, eliminando los coches impulsados por combustibles fósiles de los centros urbanos.

¿Objetivo verdaderamente alcanzable o simple brindis al sol fruto de un planteamiento propio de visionarios? La propuesta del comisario de Transportes de la Unión Europea (UE), Siim Kallas, para eliminar la dependencia del petróleo y reducir las emisiones de dióxido de carbono en el horizonte de 2050 ha despertado reacciones encontradas. Un documento estratégico que, de momento, es tan sólo eso: una propuesta que ahora deberán debatir los socios comunitarios. Pero que sin duda cuenta con propuestas, como mínimo, atrevidas. Continue lendo

A multiplicação de carros no Brasil é uma bomba relógio ambiental de grandes proporções

IHU On-line entrevista André Trigueiro, IHU On-line, 16 de março de 2011

“Não existe mais hora do rush e isso significa perda de mobilidade”, constata Trigueiro, ao avaliar o trânsito caótico das cidades. Segundo ele, a engenharia de tráfico do país tem que mudar e, “em bom português”, diz que isso “significa que os investimentos públicos em transporte de massa eficiente, barato e rápido devem ser superiores, devem suplantar os investimentos públicos que abrem caminho para o transporte individual”. De acordo com o jornalista, a maioria dos impostos pagos pelos brasileiros ainda beneficia o transporte individual. “Isso é um desajuste, um desacerto e é injusto, porque a maioria dos brasileiros não tem carro”, reitera. Continue lendo

Parabéns São Paulo chegamos aos 7 milhões de carros!

Reinaldo Canto, Envolverde, 14 de março de 2011

Segundo o Detran, a cidade vai atingir essa impressionante marca até o fim de março. Mas afinal, tal fato é digno de júbilo ou de pesar? A resposta para o questionamento acima mencionado irá depender, obviamente, do ponto de vista e dos valores do observador.

Para os adeptos da velha economia e amantes do transporte individual a notícia poderá ser motivo de comemorações. Esses hão de considerar que o expressivo número significa que São Paulo transformou-se numa metrópole digna do primeiro mundo, com uma economia pujante e próspera, na qual cada vez mais pessoas podem satisfazer seus desejos de consumo. Continue lendo

Velocidade mínima

Ao se aposentar, um cidadão que enfrenta o congestionamento nas megalópoles pode ter passado dois anos de sua vida produtiva preso num carro. O que é possível fazer para melhorar o caos no trânsito?

Maurício Oliveira, Valor Econômico, 14 de janeiro de 2011

Desperdiçar duas horas por dia no trajeto entre casa e trabalho tornou-se algo tão corriqueiro nas grandes cidades brasileiras que muita gente entregou os pontos de vez e passou a considerar que os congestionamentos são um daqueles incômodos da vida contra os quais não há o que fazer. Talvez a mesma informação suscite algum tipo de atitude dita de outra forma: ao se aposentar, um cidadão que enfrenta tal situação no cotidiano terá passado o equivalente a dois anos da vida produtiva – justamente o período em que tem mais planos e desfruta de maior disposição física – preso dentro de um carro. E não se trata, certamente, do lugar mais agradável para estar. Eventuais lampejos de prazer proporcionados por uma boa trilha sonora não resistem ao desgaste emocional causado pelas buzinas, o medo de assaltos nos semáforos e a ausência de cordialidade entre os motoristas. Sem falar no risco de ficar ilhado por inundações como as ocorridas em São Paulo e no Rio neste início de ano. Continue lendo

No país, 47% se deslocam com veículo próprio

O percentual da população que usa automóveis ou motocicletas para se deslocar aumentou de 45,2% em 2008 para 47%, em 2009. Mesmo assim, quase metade da população ainda depende do transporte público, por não ter alternativa de transporte. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), baseados em estudos da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Valor, 15 de dezembro de 2010

O número de automóveis na área urbana é o dobro do da área rural, onde é maior o número de motocicletas, segundo o estudo. Os veículos de duas rodas estão presentes em cerca de 15% dos lares, com tendência a crescer, levando em conta os preços mais baixos das motocicletas. Continue lendo

Sem carro, por opção

Estudo mostra que 7 milhões de famílias têm recursos para comprar carro zero sem comprometer a renda, mas preferem usar o dinheiro em outras prioridades.

Alexandre Costa Nascimento e Franciele Ciconetto, Gazeta do Povo, 27 de novembro de 2010

Duas em cada dez famílias brasileiras que andam a pé têm condições econômicas para financiar a compra de um carro popular zero quilômetro comprometendo no máximo 30% de suas rendas com as parcelas mensais do financiamento. Esse contingente, de 7 milhões de famílias, representa seis vezes a frota atual de Curitiba, proporcionalmente a capital mais “motorizada” do país, e equivale a quase três anos de produção da indústria automobilística brasileira. O que indica que, mantidas as condições atuais, o mercado nacional terá demanda suficiente para continuar aquecido ao longo dos próximos anos. Continue lendo

Frota da capital deve atingir 7 milhões de veículos em janeiro

Serão três veículos para cada cinco habitantes. E 60% deles estarão ilegais, pois não terão feito a inspeção veicular

Bruno Ribeiro, O Estado de S.Paulo, 16 de novembro de 2010

A frota de São Paulo deve ultrapassar 7 milhões de veículos nos próximos 60 dias. Em média, serão três carros para cada cinco habitantes da cidade, considerando uma população de 10 milhões de pessoas estimada preliminarmente pelo Censo 2010. Metade dessa frota, porém, pode ficar na ilegalidade: estima-se que quase 60% dos veículos da cidade não passaram pela inspeção veicular e não poderão fazer o licenciamento de 2011. Continue lendo

Trânsito para a morte

Frei Betto, Correio da Cidadania, 19 de novembro de 2010

Comemora-se no domingo, 21 de novembro, o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito. No Brasil, a violência automotorizada ceifa, por ano, 37.000 vidas, e causa lesões em outras 120 mil pessoas, a maioria condenada à invalidez (dados IPEA/DENATRAN/ANTP).

Os gastos com vítimas de acidentes de trânsito somam, por ano, R$ 34 bilhões (resgate, tratamento, perdas de produção e materiais etc.). Isso equivale a mais da metade de todo o orçamento anual do Ministério da Saúde. Continue lendo

Cars: a time of transformations

Jean-Claude Vessellier, Europe Solidaire Sans Frontiere, May 30, 2010

What was perceptible from the second half of 2008 has been confirmed: the crisis which has hit the car industry at a world level is not a simple depression preceding an inevitable recovery where everything goes back to what it was before, whether concerning the exploitation of the work force or the use of the individual car.

The crisis of the sector has provided the opportunity for a profound restructuring among capitalist groups, continents and geographical areas, constructors, spare parts suppliers, subcontractors and energy producers. Structural changes combined with sharp conjunctural variations are having a direct effect on jobs and working conditions where flexibility is on the agenda everywhere. Continue lendo