Of Myths and Men: Mark Lynas and the Intoxicating Power of Technocracy

TechnocracyWhen the legend becomes fact, print the legend

Eric Holt-Giménez, Common Dreams, February 5, 2013

Why do certain people and ideas suddenly capture the limelight while others go unnoticed? Others seem never to go away… The recent ascent of environmental writer Mark Lynas to prominence in the debate on genetically modified crops (GMOs) is a lesson in the power of myths.

In a broadly-aired speech at the Oxford Farming Conference, Mr. Lynas publicly apologized for once destroying GMO crops while at Greenpeace. His recent discovery of “science,” he said gave him no choice but to support the pro-GMO cause. He accused GMO naysayers of exacerbating hunger. Though he was promptly skewered by his former environmental allies, his dramatic conversion has been loudly celebrated by the champions of agro-industry. Continue lendo

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Focus on the Global South Position Paper on Climate Change

Focus on the Global South, November 25, 2012

The Link between Emission Cuts, Right to Development and Transformation of Capitalist System

Humanity is running out of time. If there are no deep and real cuts in the next five years the impacts of climate change will lead to a situation ten times worse than what we have seen with hurricane Sandy and other climate change related events in India, Russia, Philippines and Africa in this past year.

That’s what happens with 0.8ºC of global warming, and the current climate negotiations are leading us to a 4ºC to 8ºC scenario.

More than two-thirds of coal, oil and gas should be left under the soil

Different studies say that to limit the increase in temperature to 2ºC, all countries can only emit 565 gigatons of CO2 between 2010 and 2050[1]. At the current rate of 31 gigatons of global CO2 emissions per year, we are going to expend that budget in 15 years.

According to the International Energy Agency, two-thirds of the known reserves of the world’s coal, oil and gas should remain underground to have 50 percent chance of staying below the 2ºC limit.[2] If we want 75 percent chance, we have to leave 80 percent of these reserves under the soil.[3]

To not surpass the limit of 565 gigatons of CO2 until 2050, less than 200 gigatons of CO2 can be sent to the atmosphere from 2010 until 2020. Given this calculation, it is unacceptable and illogical to have a “new” agreement that will only be implemented in 2020, while during this decade, when deep cuts are needed, there will be a “laissez faire” situation in emission reductions with a Kyoto Protocol that is much weaker and has shrunk. Continue lendo

Agroecology vs Industrial Agriculture

A Global Crisis of Land Use and Agriculture

Jonathan Foley, Stockholm Resilience Centre

Seminar with Professor Jonathan Foley, Director, Institute on the Environment, University of Minnesota, US Tuesday 1 June, 2010.

As the international community focuses on climate change as the great challenge of our era, it is ignoring another looming problem — the global crisis in land use. With agricultural practices already causing massive ecological impact, the world must now find new ways to feed its burgeoning population and launch a “Greener” Revolution. Full seminar title: The Other Inconvenient Truth: A Global Crisis of Land Use and Agriculture.

Para impedir uma nova crise alimentar

Jim Harkness,  IATP / Carta Maior, 24 de março de 2011

Quando os preços globais dos alimentos atingiram um pico, entre 2007 e 2008, 100 milhões de pessoas entraram no contingente dos famintos, que ultrapassou pela primeira vez na História a marca de 1 bilhão de seres humanos. Agora, apenas dois anos depois, vivemos outra alta, e é provável que mais fome esteja à espreita. Continue lendo

La crisis alimentaria golpea de nuevo

La especulación alimentaria y la ‘petrodependencia’ como detonantes

Esther Vivas, 24 de marzo de 2011

La amenaza de una nueva crisis alimentaria es ya una realidad. El precio de los alimentos ha vuelto a aumentar alcanzando cifras récord, en una escalada creciente y consecutiva de precios desde hace ocho meses, según informa el Índice de la FAO para los Precios de los Alimentos de febrero de 2011, que analiza mensualmente los precios a escala global de una cesta formada por cereales, oleaginosas, lácteos, carne y azúcar. El Índice apunta a un nuevo máximo histórico, el más elevado desde que la FAO empezó a estudiar los precios alimentarios en 1990. Continue lendo

Eco-agricultura pode duplicar a produção alimentar em 10 anos

Baseado numa extensa revisão da literatura científica recente, um estudo das Nações Unidas apela a uma viragem fundamental para a agroecologia como forma de expandir a produção alimentar e melhorar a situação dos mais pobres.

Esquerda.net, 13 de março de 2011

“Até este momento os projectos agroecológicos têm mostrado um aumento de 80% no rendimento médio das culturas em 57 países em desenvolvimento, com um aumento médio de 116% para todos os projectos Africanos”. Continue lendo

Agroecologia ou agronegócio?

Osvaldo Russo, Correio da Cidadania, 18 de fevereiro de 2011

Apesar dos assentamentos agrários (um milhão) realizados no Brasil desde a criação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em 1970, dos quais mais da metade de 2003 para cá, os dados do Censo Agropecuário 2006, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de setembro de 2009, reafirmam, no entanto, o velho quadro de concentração fundiária no Brasil. Continue lendo

La maldición de la aparente abundancia

Frente al modelo actual de agroindustria que esquilma los recursos, el autor propone un modelo sostenible: la agroecología

Gustavo Duch Guillot, Diagonal / Rebelion, 7 de noviembre de 2010

Las actividades extractivas propias de nuestro modelo capitalista tienen dos elementos comunes. Primero, al ser nuestro planeta finito, el elemento que estemos extrayendo se agotará, más temprano o más tarde. Creo que es obvio que todas y todos coincidimos en que es necesario revisar dicho modelo para minimizar la dependencia de petróleo, uranio o carbón, por ejemplo, porque además de su agotamiento generan graves impactos ambientales. Continue lendo

Hacia una nueva crisis alimentaria

Vicent Boix, Rebelión, 7 de noviembre de 2010

Especulando que es gerundio

El pasado septiembre, la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO, por sus siglas en inglés), anunciaba en un comunicado de prensa que 925 millones de personas en el mundo sufrían hambre. Aunque se ha logrado descender de los 1.023 millones contabilizados en 2009, la actual cifra sigue siendo “inaceptablemente alta”, según la propia organización. Entre los factores que influyeron para este significante descenso, la FAO destaca el crecimiento económico en algunos países y la reducción en los precios de los alimentos.i Continue lendo

Em busca do paraíso

Uma rede mundial de pequenas fazendas promove a agricultura orgânica e sustentável e os hábitos responsáveis de consumo, atraindo um novo tipo de turismo.

Emilio Godoy, IPS / Envolverde, 6 de setembro de 2010

Erongarícuaro, México, 6 de setembro (Terramérica).- Trata-se de uma mistura de voluntariado com ecoturismo. Os visitantes pagam para passar algumas semanas em contato com a natureza executando os trabalhos de uma fazenda orgânica. A ideia inspiradora é cultivar consciência ambiental. O mexicano Alan Vázquez se levanta às 7 horas e sua primeira tarefa é alimentar os animais no rancho ecológico “Las Canoas Altas”, em Erongarícuaro, um município do Estado de Michoacán cujo nome significa “lugar de espera” na língua indígena perépecha. Continue lendo

Código florestal é flexibilizado na comissão especial

Deputados aprovam relatório que regulariza propriedades rurais sem Reserva Legal sob aplausos de fazendeiros e vaias de movimentos sociais ligados ao campo. Em jogo, dois modelos de produção agrícola para o país.

Raquel Júnia, Fundação Oswaldo Cruz, 7 de julho de 2010

Depois de dois dias de seções conturbadas, uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 6 de julho, alterações no Código Florestal brasileiro. Pela nova redação, não haverá mais a obrigatoriedade de se preservar 30 metros de vegetação na beira dos rios (matas ciliares), mas apenas 15 metros, em se tratando de cursos d’agua que tenham de cinco a dez metros. Além disso, propriedades com até quatro módulos fiscais – o que na Amazônia, por exemplo, equivale a 400 campos de futebol – que já tenham desmatado áreas de Reserva Legal, não serão mais consideradas ilegais e nem precisarão replantá-las. Pelo novo Código, os topos dos morros também deixam de ser consideradas Áreas de Preservação Permanente (APP) e podem ser desmatados. São justamente estas áreas que recarregam os lençóis freáticos. O Código Florestal, que é a lei federal 4771, existe desde 1965 e é responsável por regular a relação entre os brasileiros e os biomas do país. O código define a observância das APPs, de Reserva Legal e vários outros dispositivos que visam coibir a exploração desenfreada da natureza. Continue lendo

Maior produção agrícola sem afetar o ambiente

Esquerda.net, 29 de junho de 2010

Bruxelas – Para muitos especialistas, pode ser uma utopia alimentar os nove bilhões de pessoas que, se presume, habitarão o planeta em meados deste século, mas não para o relator da Organização das Nações Unidas sobre o Direito à Alimentação, Olivier de Schutter. Este professor belga dedica-se à agroecologia, especialidade que considera as plantas e o seu ecossistema, em lugar de conquistar a natureza e substituí-la por uma tecnologia de laboratório. Continue lendo

Cochabamba: otro clima es posible

Diego Griffon B., Agroecología, 22 de abril de 2010

Dada la lógica del sistema, que plantea el crecimiento y la acumulación de capital como condición sine qua non para su existencia, es imposible en este marco abordar y solucionar las causas de fondo del Cambio Climatico. Las alternativas que nos proponen desde la lógica neoclásica son sólo paliativas, enfocadas en algunas de las consecuencias. Es imposible que este sistema ofrezca soluciones reales, las causas del problema se encuentran en sus fundamentos básicos. El sistema no se puede arreglar, la única opción es cambiar de sistema. El primer paso en la lucha contra el cambio climático, es la formación de un movimiento de base. Ésta es la importancia de Cochabamba, es el lugar idóneo para comenzar la articulación del movimiento. Continue lendo

Consumo agroecológico, una opción política

Esther Vivas, Viento Sur, nº108, abril de 2010

Los grupos y cooperativas de consumo agroecológico son una realidad cada día más presente a nivel local. Aunque se trata de experiencias que, en cifras totales, suman a un número reducido de personas, demuestran que es posible llevar a cabo otro modelo de consumo que tenga en cuenta criterios sociales y medioambientales. Continue lendo