A Thermonuclear Energy Bomb in Christmas Wrappings

Suncor Oil RefineryWorld Energy Report 2012: The Good, the Bad, and the Really, Truly Ugly

Michael T. Klare, TomDispatch.com, November 27, 2012

Rarely does the release of a data-driven report on energy trends trigger front-page headlines around the world. That, however, is exactly what happened on November 12th when the prestigious Paris-based International Energy Agency (IEA) released this year’s edition of its World Energy Outlook. In the process, just about everyone missed its real news, which should have set off alarm bells across the planet.

Claiming that advances in drilling technology were producing an upsurge in North American energy output, World Energy Outlook predicted that the United States would overtake Saudi Arabia and Russia to become the planet’s leading oil producer by 2020. “North America is at the forefront of a sweeping transformation in oil and gas production that will affect all regions of the world,” declared IEA Executive Director Maria van der Hoeven in a widely quoted statement. Continue lendo

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For an Ailing Planet, the Cure Already Exists

With world carbon levels nearing 400 PPM, solutions to climate crisis abound

Stephen Leahy, Inter Press Service, June 1, 2012

The planet’s climate recently reached a new milestone of 400 parts per million (ppm) of carbon dioxide in the Arctic. The last time Earth saw similar levels of climate-heating carbon dioxide (CO2) was three million years ago during the Pliocene era, where Arctic temperatures were 10 to 14 degrees C higher and global temperatures four degrees C hotter.

Research stations in Alaska, Greenland, Norway, Iceland and even Mongolia all broke the 400 ppm barrier for the first time this spring, scientists reported in a release Thursday. A global average of 400 ppm up from the present 392 ppm is still some years off. If today’s CO2 levels don’t decline – or worse, increase – the planet will inevitably reach those warmer temperatures, but it won’t take a thousand years. Without major cuts in fossil fuel emissions, a child born today could live in a plus-four-degree C superheated world by their late middle age, IPS previously reported. Such temperatures will make much of the planet unlivable. Continue lendo

US$ 10 tri contra a pressão do petróleo

Americanos, europeus e asiáticos buscam alternativas para reduzir a dependência do combustível produzido pelos países árabes

Jamil Chade,  O Estado de S. Paulo, 26 de fevereiro de 2011

GENEBRA – A crise que começou na Tunísia, passou pelo Egito, provoca uma guerra civil na Líbia e protestos no Iêmen e no Bahrein trouxe de volta o medo de um choque de petróleo, como o que abalou a economia mundial na guerra do Yom Kippur, em 1973, na Revolução Iraniana, em 1979, e às vésperas da crise financeira de 2008. O susto reforçou a busca pela redução da dependência em relação ao fornecimento do Oriente Médio e do norte da África. Continue lendo

Petróleo continuará a aumentar nos próximos anos

A Agência Internacional de Energia estima que o consumo de petróleo aumente cerca 1,5% por ano e que a capacidade de produção suba apenas cerca de 0,4% ao ano. A este ritmo poderá verificar-se uma situação de penúria dentro de 5 anos.

Rui Curado Silva, Esquerda.net, 28 de fevereiro de 2011

As recentes revoltas populares no Magreb e no Médio Oriente, em particular incertezas relativamente ao trânsito de petróleo através do Canal de Suez e do oleoduto Sumed no Egipto, voltaram a desencadear uma subida de preço do petróleo no mercado mundial. Esta subida é sobretudo de carácter especulativo dado que a Arábia Saudita garantiu compensar eventuais baixas de produção. Continue lendo

Eficácia: a maior fonte de energia inexplorada do Brasil

Luis Alberto Moreno, Folha de S. Paulo, 14 de setembro de 2008

Poucas pessoas estão cientes de uma fonte limpa de energia que poderia resolver grande parte do problema: a eficiência energética

EM 2007, uma pesquisa do Latinobarômetro perguntou a cidadãos de toda a região se eles achavam que teriam de enfrentar racionamentos de energia no futuro próximo.

Surpreendentes 80% disseram que estavam “muito preocupados” ou “um pouco preocupados” com essa possibilidade. Esses receios são alimentados pelas notícias sobre aumentos dos preços dos combustíveis, declínio da produção de petróleo e escassez de gás natural. Continue lendo