Mapa mostra tudo o que está conectado à internet

Fisicamente é difícil precisar o que é a internet, mas se for levado em conta que a rede depende de dispositivos para operar a coisa fica um pouco mais fácil.

Olhar Digital, 01 de setembro de 2014.

Foi o que fez John Matherly, fundador da Shodan. Ele usou a infraestrutura de sua empresa, que ajuda outras companhias a encontrar dispositivos conectados à internet, para apontar todos esses aparelhos.

O resultado é um mapa que mostra quão concentrada a rede está em países desenvolvidos e áreas metropolitanas. Não há como atestar totalmente que Matherly conseguiu identificar todos os aparelhos conectados, mas o mapa dá uma boa ideia de como anda a distribuição da web.

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Clique aqui e veja o tweet original de John Matherly.

Nasa finds 715 new planets

extrasolarKepler space telescope’s discoveries include four planets that could hold liquid surface water, believed to be key for life

Reuters / theguardian.com, February 27, 2014

Scientists added a record 715 more planets to the list of known worlds beyond the solar system, boosting the overall tally to nearly 1,700, astronomers said on Wednesday. The additions include four planets about two and a half times as big as Earth that are the right distance from their parent stars for liquid surface water, which is believed to be key for life.

The discoveries were made with the National Aeronautics and Space Administration’s planet-hunting Kepler space telescope before it was sidelined by a pointing system problem last year. The telescope, launched in 2009, spent four productive years staring at 160,000 target stars for signs of planets passing by, relative to the telescope’s line of sight.

The tally of planets announced at a Nasa press conference on Wednesday boosted Kepler’s confirmed planet count from 246 to 961. Combined with other telescopes’ results, the headcount of planets beyond the solar system, or exoplanets, now numbers nearly 1,700. “We almost doubled, just today, the number of planets known to humanity,” astronomer Douglas Hudgins, head of exoplanet exploration at Nasa headquarters in Washington, told reporters on a conference call. Continue lendo

In the Carbon Wars, Big Oil Is Winning

alberta shaleThree Signs of Retreat in the Global War on Climate Change

Michael T. Klare, TomDispatch.com, February 13, 2014

Listening to President Obama’s State of the Union address, it would have been easy to conclude that we were slowly but surely gaining in the war on climate change. “Our energy policy is creating jobs and leading to a cleaner, safer planet,” the president said. “Over the past eight years, the United States has reduced our total carbon pollution more than any other nation on Earth.” Indeed, it’s true that in recent years, largely thanks to the dampening effects of the Great Recession, U.S. carbon emissions were in decline (though they grew by 2% in 2013). Still, whatever the president may claim, we’re not heading toward a “cleaner, safer planet.” If anything, we’re heading toward a dirtier, more dangerous world.

A series of recent developments highlight the way we are losing ground in the epic struggle to slow global warming. This has not been for lack of effort. Around the world, dedicated organizations, communities, and citizens have been working day by day to reduce greenhouse gas emissions and promote the use of renewable sources of energy. The struggle to prevent construction of the Keystone XL tar-sands pipeline is a case in point. As noted in a recent New York Times article, the campaign against that pipeline has galvanized the environmental movement around the country and attracted thousands of activists to Washington, D.C., for protests and civil disobedience at the White House. But efforts like these, heroic as they may be, are being overtaken by a more powerful force: the gravitational pull of cheap, accessible carbon-based fuels, notably oil, coal, and natural gas. Continue lendo

Mudanças climáticas: janeiro é marcado por extremos de calor no Brasil

rio-atibaia-esta-com-nivel-de-agua-reduzidoCapitais registraram novos recordes de temperaturas e sofreram também com a falta de água; preço da energia dispara por causa do acionamento de termoelétricas.

Fabiano Ávila, Instituto CarbonoBrasil, 3 de janeiro de 2014

O janeiro de 2014 será lembrado por muitos brasileiros como um dos meses mais quentes de suas vidas. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre estão entre as cidades que estabeleceram novos recordes para o calor.

A capital paulista apresentou no mês passado a média de 31,9°C, a mais alta desde que as medições começaram, em 1943. Já o Rio de Janeiro teve média de 36,2°C, a maior dos últimos 30 anos. Por sua vez, os porto-alegrenses tiveram que enfrentar a média de 33,1°C, a mais quente desde 1916. Continue lendo

Influência humana é clara no aquecimento “inequívoco” do planeta, diz IPCC

Global-warming-PSA-timePainel Intergovernamental de Mudanças Climáticas divulga primeira parte de estudo sobre aumento da temperatura no globo e afirma que últimas três décadas foram sucessivamente mais quentes que qualquer outra desde 1850.

Renate Krieger, Deutsche Welle, 30 de janeiro de 2014

O aquecimento do planeta é “inequívoco”, a influência humana no aumento da temperatura global é “clara”, e limitar os efeitos das mudanças climáticas vai requerer reduções “substanciais e sustentadas” das emissões de gases de efeito estufa. A conclusão é do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que divulgou nesta quinta-feira (30/01), em Genebra, a primeira parte do quinto relatório sobre o tema.

Os cientistas do IPCC – que já foram premiados com o Nobel da Paz em 2007 – fizeram um apelo enfático para a redução de gases poluentes. “A continuidade das emissões vai continuar causando mudanças e aquecimento em todos os componentes do sistema climático”, afirmou Thomas Stocker, coordenador e principal autor da Parte 1 do quinto Relatório sobre Mudanças Climáticas, cuja versão preliminar já foi apresentada em setembro de 2013. Continue lendo

Os novos revolucionários: Cientistas do clima exigem mudança radical

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James Hansen preso em um protesto em frente à Casa Branca

Para evitar uma mudança climática catastrófica, os maiores especialistas da Grã-Bretanha pedem cortes de emissões que exigem ‘mudança revolucionária na hegemonia política e econômica’, escreve Renfrey Clarke.

Climate and Capitalism / EcoDebate, 29 de janeiro de 2014. A tradução é de Alexandre Costa.

“Hoje, após duas décadas de blefes e mentiras, o restante do balanço [de carbono] para 2°C restante exige mudança revolucionária na hegemonia política e econômica.” Isso foi publicado em uma postagem de blog no ano passado por Kevin Anderson, professor de Energia e Mudanças Climáticas da Universidade de Manchester. Um dos cientistas do clima mais eminentes da Grã-Bretanha, Anderson também é vice-diretor do Centro Tyndall para Pesquisas sobre Mudanças Climáticas. Ou, podemos passar esta mensagem direta, a partir de uma entrevista em novembro: “Precisamos de ação de baixo para cima e de cima para baixo. Precisamos de mudança em todos os níveis.” Proferiu essas palavras a pesquisadora sênior do Centro Tyndall e professora da Universidade de Manchester Alice Bows-Larkin. Anderson e Bows-Larkin são especialistas líderes mundiais sobre os desafios da mitigação das mudanças climáticas. Continue lendo

Série Os 100 maiores descobertas científicas da história

Astronomia – As 100 Maiores Descobertas da História

http:www.youtube.com/watch?v=FoBvJuKWC10

Biologia – As 100 Maiores Descobertas da História

Ciências da Terra – As 100 Maiores Descobertas da História

Evolução – As 100 Maiores Descobertas da História

Física – As 100 Maiores Descobertas da História

Genética – As 100 maiores descobertas da história

Química – As 100 Maiores Descobertas da História

Medicina – As 100 Maiores Descobertas da História

Serie Seven wonders of the industrial world (BBC)

The Great Ship
This episode focuses on the construction of the SS Great Eastern, designed by Isambard Kingdom Brunel to be both the first ship entirely made out of iron and the most luxurious vessel of the day. However, whilst the ship itself was a marvel of shipbuilding, its construction was marred by accidents, scandal and misfortune, including a fire that practically destroyed the shipbuilder’s yard, problems with the launch and financial scandals, all of which contributed towards Brunel’s deteriorating health and comparatively early demise in 1859 and the popular belief that the ship was jinxed (a rumour leading to the legend of two bodies being found trapped in the hull upon its dismantling).

The Brooklyn Bridge
Focusing on the construction of the Brooklyn Bridge, the episode examines the family that built it – John Augustus Roebling, who designed the bridge; his son, Washington Roebling, who took over construction following his father’s death shortly after the project was announced; and Washington’s wife Emily Roebling, who taught herself engineering principles and took on the burden of her husband’s work after his health was destroyed by the decompression sickness he suffered, owing to the length of time he spent working and overseeing matters in the pressured atmosphere of the underwater caissons used to build the bridge.

Bell Rock Lighthouse
This episode tells the story of the construction in the early 19th century of the offshore lighthouse on Bell Rock, by the Scottish engineer Robert Stevenson. Bell or Inchcape Rock was underwater except for a couple of hours at low tide each day. It had claimed the lives of sailors and sunk ships for hundreds of years, but its situation caused difficulties in producing a design that would stand up to the storms and waves that ravaged the area while simultaneously housing the builders who worked on it during the few months of fair weather available each year.

The Sewer King
Set in London during the 1850s, this episode focusses on the construction of the London sewerage system, built to replace the antiquated medieval system that was overworked and inadequate for the needs of the-then largest metropolis in the world, causing epidemics of disease and a permanent foul stench to fill the air. The episode follows the efforts and work of Joseph Bazalgette, the brilliant engineer who designed the influential and modern sewer system that would purify the city, transform the streets above and would result in the end of the epidemics of cholera and typhoid that had ravaged the population – although, ironically not for the reasons that he initially thought.

The Panama Canal
This episode presents the French and American efforts to build a canal through Panama to link the Atlantic Ocean with the Pacific Ocean. The first attempt to construct the canal by Ferdinand de Lesseps, the builder of the Suez Canal, was abandoned because of tropical diseases (which killed over 22,000 men) and the difficulty of constructing a sea-level canal through the mountains. The resulting financial scandals not only ruined de Lesseps and many investors, it also brought down the French government. The episode then takes up the story seventeen years later when the United States took up the challenge. A concentrated effort succeeded in eradicating the causes of the tropical diseases, but the attempt to build a sea-level canal once again failed. Instead the canal was built with locks.

The Line
The episode follows the construction of the Pacific Railroad, the first transcontinental rail system, which would unite the eastern and western seaboards of the United States. Started inSacramento by a consortium of local shopkeepers with no experience in building a railroad, the episode follows their efforts to build from west to east through the forbidding Sierra Nevadamountains with the help of Chinese labourers whilst simultaneously following the efforts of the workers of the Union Pacific to build from east to west, and their problems in dealing with the lawless nature of the wild west, attacks by hostile Indians, and financial corruption and scandal.

The Hoover Dam
The final episode focuses on the construction of the Hoover Dam during the Great Depression of the 1930s, focussing in particular on the ruthless pace set by Frank Crowe, the builder, whose eagerness to complete the project well before schedule and subsequent exploitation of the workforce (who were desperate for any employment and were forced to accept conditions of extreme hardship in the process) resulted in many deaths and the eventual construction of a new city to house the workers.

A economia é uma forma de conhecimento que, hoje, se aproxima muito da religião

O economista Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que a presidente Dilma Rousseff tem uma visão clara do que deseja para o país a longo prazo, mas terá de enfrentar fortes obstáculos para concretizar um projeto de futuro. Um deles é a dificuldade dos agentes econômicos de privilegiar as decisões conjunturais às de caráter macroeconômico.

Entrevista de Luiz Gonzada Belluzzo por Maria Inês Nassif, Carta Maior, 18 de julho de 2013

O Brasil saiu-se “muito bem” da crise financeira mundial de 2008, mas ainda tem que enfrentar sérios problemas, como “a relação perversa entre juros e câmbio”, a saída do país de sua estrutura de fornecimento e a precariedade de sua infraestrutura. É o que pensa o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, para quem a presidente Dilma Rousseff tem uma visão clara do que deseja para o país a longo prazo, mas terá de enfrentar fortes obstáculos para concretizar um projeto de futuro. Um deles é a dificuldade dos agentes econômicos de privilegiar as decisões conjunturais às de caráter macroeconômico. Continue lendo

Un mundo de obesos y famélicos

Esther Vivas, Ets el que menges, 21 de junio de 2013

Hoy, mientras millones de personas en el mundo no tienen qué comer, otros comen demasiado y mal. La obesidad y el hambre son dos caras de una misma moneda. La de un sistema alimentario que no funciona y que condena a millones de personas a la malnutrición. Vivimos, en definitiva, en un mundo de obesos y famélicos. Continue lendo

97% global warming consensus meets resistance from scientific denialism

The robust climate consensus faces resistance from conspiracy theories, cherry picking, and misrepresentations

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Dana Nuccitelli, The Guardian, May 28, 2013

The Skeptical Science survey finding 97% expert consensus on human-caused global warming has drawn an incredible amount of media attention. Hundreds of media stories documented our survey and results. Lead author John Cook and I participated in a number of interviews to discuss the paper, including on Al Jazeera, CNN, and ABC. President Obama even Tweeted about our results to his 31 million followers.

The story has been so popular mainly because our results present a simple but critical message. There is a wide gap between the public awareness and the reality of the expert consensus on human-caused global warming. Continue lendo

Limites da economia no centro do palco

Washington Novaes, O Estado de S.Paulo, 17 de maio de 2013

Não há como não prestar atenção: são cada vez mais frequentes na comunicação mais especializada informações sobre teses e análises no âmbito econômico que já não se referem às crises do nosso tempo apenas como ciclos em que se exaurem modelos de relações governamentais, empresariais e sociais – à espera de que novas fórmulas nesses âmbitos sejam capazes de levar a novos ciclos de crescimento econômico e prosperidade. Essas novas teses se centram progressivamente na análise do que está sendo chamado de caminhada rumo à exaustão dos “limites físicos” do planeta – o que implicaria a impossibilidade de continuar tentando trafegar por sendas que exijam maior consumo desses recursos com o objetivo de assegurar o crescimento econômico. Continue lendo

Por que cooperar faz bem à espécie

A partir de estudos sobre seres humanos modernos, incluindo populações de caçadores-coletores cuja vida nos diz muito sobre as origens da raça humana, os psicólogos sociais deduziram o crescimento mental desencadeado pela caça e pelos acampamentos. As relações pessoais entre os membros do grupo, calibradas, ao mesmo tempo, sobre a competição e a colaboração, adquiriram um papel predominante.

 Edward O. Wilson, La Repubblica, 2 de marco de 2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Compreender a humanidade é uma tarefa importante e grave demais para deixar às ciências humanas. As muitas disciplinas dessa grande corrente do saber, da filosofia ao direito, da história às artes criativas, descreveram as particularidades da natureza humana com genialidade e extraordinária minuciosidade, para a frente e para trás em transmutações infinitas. Mas não explicaram por que temos essa natureza aqui e não alguma outra entre uma quantidade interminável de possibilidades imagináveis. A esse respeito, as ciências humanas não permitem uma compreensão plena da existência da nossa espécie.

Então, o que nós somos? A resposta a esse grande enigma está nas circunstâncias e no processo que deu origem à nossa espécie. A condição humana é um produto da história, e não falo somente dos 6 mil anos de civilização, mas sim de um arco muito mais amplo, que remonta a centenas de milhares de anos atrás. Para dar uma resposta a esse mistério, é preciso explorar a evolução no seu conjunto, como um todo único e indivisível, tanto nos aspectos biológicos, quanto nos culturais. E desse modo a história humana, vista em todas as suas facetas, por sua vez, torna-se a chave para entender como e por que a nossa espécie sobreviveu. Continue lendo

À sombra dos grandes asteroides

meteorcraterA curto prazo, o seu risco é irrelevante. Mas a história mostra: mesmo a colisão de um objeto astronomicamente pequeno pode abalar a vida terrestre.

Joel Achenbach, Outras palavras, 16 de fevereiro de 2013

Nesta sexta-feira, a Terra viu-se em meio a um tiroteio cósmico. O petardo maior veio do Sul; o menor, do Leste. Eram objetos sem relação entre si, com órbitas distintas. Um, do tamenho de um prédio de apartamentos; o outro, bem menor, mas com mira mais precisa.

O asteróide maior errou o alvo por 28 mil quilômetros, como esperado, mas o meteoro russo roubou o espetáculo, caindo como bola de fogo entre os Montes Urais e explodindo em fragmentos, criando uma poderosa onda de choque que estourou vidraças, derrubou telhados e feriu 1,2 mil pessoas — a maior parte, vítima de vidros partidos.

Foi com certeza o meteoro mais intensamente documentado na História — capturado por inúmeros motoristas russos, com suas câmeras acopladas a celulares. O espetáculo marcou um dia extraordinário para o planeta. O objeto, que explodiu sobre a cidade industrial de Chelyabinsk, causou o maior impacto humano num século e foi o primeiro, nesse período, a provocar vítimas — ao menos 48 pessoas hospitalizadas. Continue lendo

Obama gives Congress climate ultimatum: back me, or I go it alone

President vows to push for new technologies and carbon taxes ‘to protect future generations’

Reuters, guardian.co.uk, February 13, 2013

President Barack Obama on Tuesday gave Congress an ultimatum on climate change: craft a plan to slash greenhouse gas emissions and adapt to the dangers of a warming world, or the White House will go it alone.

“If Congress won’t act soon to protect future generations, I will,” Obama said in his State of the Union address. “I will direct my cabinet to come up with executive actions we can take, now and in the future, to reduce pollution, prepare our communities for the consequences of climate change, and speed the transition to more sustainable sources of energy.”

Congress should consider putting a price on climate-warming carbon emissions, Obama said, briefly nodding to his failed, first-term plan to confront climate change. Republican opposition means the president’s best chance to confront the issue will mean flexing executive power. Continue lendo

Of Myths and Men: Mark Lynas and the Intoxicating Power of Technocracy

TechnocracyWhen the legend becomes fact, print the legend

Eric Holt-Giménez, Common Dreams, February 5, 2013

Why do certain people and ideas suddenly capture the limelight while others go unnoticed? Others seem never to go away… The recent ascent of environmental writer Mark Lynas to prominence in the debate on genetically modified crops (GMOs) is a lesson in the power of myths.

In a broadly-aired speech at the Oxford Farming Conference, Mr. Lynas publicly apologized for once destroying GMO crops while at Greenpeace. His recent discovery of “science,” he said gave him no choice but to support the pro-GMO cause. He accused GMO naysayers of exacerbating hunger. Though he was promptly skewered by his former environmental allies, his dramatic conversion has been loudly celebrated by the champions of agro-industry. Continue lendo

O que restou da bolha da internet

Dez anos depois do pico da Nasdaq, a internet se popularizou, mas ganhar dinheiro com ela ficou mais difícil
 
Renato Cruz – O Estadao de S.Paulo, 8 de marco de 2010

“A internet ficou velhinha”, afirma Marcelo Lacerda, que vai completar 50 anos, pioneiro da internet brasileira. Ao lado de Sérgio Pretto, ele criou a NutecNet, que depois se transformou no ZAZ, ao se associar à Rede Brasil Sul (RBS), e finalmente foi vendida para a Telefônica, em 1999, dando origem ao provedor Terra. “Hoje, quando vou lá no Terra, sou quase o tiozão.”

Na próxima quarta-feira, fará 10 anos que a bolsa americana Nasdaq, que concentra as ações das empresas de tecnologia, alcançou a maior pontuação de sua história. Nunca mais chegou perto dos 5.048,62 pontos atingidos em 10 de março de 2000. Na última sexta-feira, a Nasdaq fechou em 2.326,35 pontos, bem longe dos momentos de glória da década passada. Continue lendo

40 anos de internet

Será que a tecnologia está redefinindo quem somos?

Marcelo Gleiser, Folha de S.Paulo, 8 de novembro de 2009

Faz 40 anos que os computadores de Leonard Kleinrock, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e de Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisas na Universidade de Stanford, foram conectados por uma “linha especial” da Arpanet, um sistema de apenas quatro computadores que faziam parte de um projeto do Departamento de Defesa dos EUA. Com o passar dos anos, o sistema exclusivo de tráfego de informação evoluiu, saiu dos laboratórios de cientistas para o público e hoje é conhecido como internet.

Não há dúvida de que a internet está transformando o mundo, de que vivemos em meio a uma revolução. A questão, ou uma delas, é que tipo de revolução é essa: será que a internet pode ser comparada, por exemplo, ao telefone ou ao carro, ou mesmo à imprensa de tipo móvel, que revolucionou o livro? Ou será que ela pertence a outra classe de tecnologia, que não só transforma a sociedade mas que vai além, redefinindo quem somos? Continue lendo

Infographic: The politics of climate change

The positions of key countries and political blocs on climate change measures before the COP18 in Qatar.

Ben Willers and Sophie Sportiche, Al-Jazeera, 18 de novembro de 2012

Time to Stand Against Big Oil in the Arctic

Kumi Naidoo, Yes! Magazine, November 17, 2012

Hanging from an oil platform in the Russian Arctic one day last August, I was hosed by a jet of water from above so icy it almost cut through the skin on my face. My hands and feet were blue from the cold. Though I was wrapped in layers of waterproof gear, freezing water trickled into the small openings around my neck. My body was under extreme stress, and I was sinking into a state of confusion. Suddenly I wasn’t so sure that joining this Greenpeace action was the best decision I could have made. Then I thought of the supporters who joined Save the Arctic to tell the oil industry, with a united voice, not to drill in this pristine environment. They kept me warm.

Global warming caused by our use of fossil fuels is already driving climate change and extreme weather events. From drought in South Africa to severe flooding in the Philippines to the devastation of Hurricane Sandy, our planet is sending us warnings that could not be clearer. And the Arctic ice is melting, reaching a record summer low this year. Continue lendo