Shocking images of police violence draw much-needed attention to protests and larger issue of police brutality

Lauren McCauley, Common Dreams, June 19, 2013

Associated Press photographer Victor R. Caivano captured this powerful image of a military police officer pepper-spraying a female protester during a demonstration in Rio on Monday night, June 17, 2013.

A more widely-cropped version of the now viral photograph shows just how isolated the woman was when she was attacked by officers in Rio de Janiero, Brazil Monday evening. (Photo: Victor Caivano)A captured instance of brazen police brutality against a civilian has, once again, captured the attention of the global community. The shocking photograph of a lone woman being pepper sprayed at close range by Brazilian police has gone viral, drawing criticism and attention to the ongoing mass demonstrations in Brazil—at which the attack took place—and the chronic undercurrent of police violence that so often follows peaceful citizen uprisings.

New York Magazine’s Daily Intelligencer spoke with the photographer behind the image, Victor Caivano, who said that the attack happened at around 11:20 PM Monday evening, long after “the protest was over, riots included.”

The woman appeared to be a “normal, middle-class university student,” he said, adding that she was standing alone on a “deserted corner” after the police had cleared the area.

He continued:

Three riot officers approached the woman and told her to leave. When she objected — the woman either questioned the order or insisted that she wasn’t doing anything wrong, Caivano recalls — she was pepper-sprayed. “This policeman just didn’t think twice,” Caivano says.

The woman stumbled backward, “screaming and cursing.” She was detained and taken to a police van. Caivano says local reporters are now trying to track her down.

turkey-2-e1370428762514-635x357The photograph has drawn obvious comparison to two similar images of the unbridled use of pepper spray, each encapsulating the fierce police brutality that too often comes hand-in-hand with such demonstrations.

One is of a woman named Ceyda Sungur—the ‘woman in the red dress’—who, during arecent protest in Istanbul’s Gezi Park, was bombarded by an officer who shot pepper spray directly into her face.

“The jet sent her hair billowing upwards,” wrote the Guardian at the time. “As she turned, the masked policeman leapt forward and hosed down her back. The unprovoked attack left her and other activists choking and gasping for breath; afterwards Sungur collapsed on a bench.”

turkey-2-e1370428762514-635x357Ceyda Sungur is gassed in Gezi Park in Istanbul, Turkey on June 4, 2013. (Screenshot via Osman Orsal /YouTube)The second image is of the infamous incident at the University of California at Davis when a peaceful Occupy protest was met with an overly aggressive show of police force. This culminated in Officer John Pike directly and deliberately spraying burning yellow chemicals into the faces of the protesters.

“To see unarmed, unaggressive bystanders who, by virtue of their location at a time and place where trouble was brewing, were assaulted by authority figures spraying burning, toxic, chemicals, is an unforgettable visual,” writes columnist Lorraine Devon Wilke. She continues:

Likely there are many more that occur every day; these particular ones exist as iconic moments that symbolize bigger movements, of countries, of people, even of students. These images are important historical documents of what happened, how, and to whom. Hopefully they will contribute, by sheer virtue of their shock value, to change, progress, and needed solutions; the agony of those attacked has to account for something of value.

pepper-spraying-copTwenty-one students and alumni filed a federal lawsuit on February 22, 2012 against UC Davis over the University’s treatment of protesters during a Nov. 18, 2011 Occupy demonstration in which campus police were caught on video dousing seated protesters with pepper spray. (Photo: Louise Macabitas)

Uma resposta

  1. PARTIDO SEM LEGANDA – É O GRANDE MEDO DE ALGUNS

    A voz das ruas – Nasce um partido sem legenda?

    Depois de tentar resolver qualquer mobilização da sociedade através da criação de “bolsas” de todos os tipos e investir na premissa que o brasileiro aceita tudo desde que tenha um bom estádio para ir ver o seu time jogar – a Copa de 2014 já está custando ao Brasil R$ 33 bilhões – parece que as ruas dos grandes centros resolveram “falar”, e alto.
    Os pleitos começaram simples – tarifa dos ônibus – mas aos poucos foram sendo ampliados e consolidados: corrupção e impunidade, gastos excessivos dos Governos, alta dos preços (inflação que persiste com tendência de crescer), desgaste da classe política, impostos demais (sem retorno visível para à sociedade) e serviços públicos deficientes (educação, saúde e segurança).
    O brado vindo das ruas acabou induzindo a gestação de um partido sem legenda, caracterizado por uma força que de pronto foi ouvida pelo Governo, que sempre soube dos pleitos, mas que optou por dizer que agora os pleitos vieram à tona. O país dos sonhos – chegamos até a perdoar dívidas de outros países / seria este o momento? – começou a ser substituído pelo país real cuja sociedade sai às ruas para deixar claro que nossos governantes têm que estar voltado para uma realidade que precisa ser encarada de frente.
    O país dos “mensaleiros” já punidos pelo STF, mas que ainda, fora das grades, debocham da lei de forma acintosa, apoiado por muitos que insistem em achar que há ainda muito tempo para voltar a discutir as penas aplicadas e, se isso não der certo, assegurar (com o passar do tempo) que as penas caduquem.
    Infelizmente – e isso se diz o preço (alto) a ser pago pela democracia – os oportunistas de plantão resolveram dar o ar de sua (infeliz) graça e inseriram atos de violência no seio de um movimento de claros objetivos pacíficos. O joio que por melhor que seja a qualidade do trigo, sempre existe, apesar de indesejável.
    Este partido sem legenda deve assegurar sua posição no cenário político nacional e para tal deve agir no sentido – violência não – de ir minimizando esta “pequena minoria” que não tem interesse em encontrar soluções para os problemas, pois vivem de fazer parte deles.
    Não seria a hora – na verdade já passou – das forças de segurança pública se concentrar especificamente em identificar (registros de vídeo, fotos, etc.) quem são os “baderneiros de plantão” e suas origens políticas? Tenho certeza que a sociedade teria inteiro interesse em saber estas origens e, sobretudo, pensar o que deve fazer nas próximas eleições.
    Apenas coibir os excessos não é uma solução, pois não se está atuando nas bases do problema. Cadastrar o perfil dos “agitadores de plantão” e não divulgá-los à sociedade também não o caminho correto. Se quisermos um país forte, precisamos (antes de tudo) de uma sociedade forte e, sobretudo, esclarecida.
    Que este novo partido sem legenda – Partido das Vozes das Ruas – possa, sem ter espaço na propaganda eleitoral, pautar a posição do cidadão nas urnas. Certamente os partidos com legenda (pelo menos alguns deles) não vão gostar muito desta opção, mas isso é o que menos interessa, neste momento, para a sociedade.
    Como diz uma propaganda voltada à Copa do Mundo – Vem para a rua, a maior arquibancada do Brasil – mas que pode ser uma boa motivação para cada cidadão procurar o seu espaço (ordeiro) no processo em marcha com foco unicamente político.

    Roosevelt S. Fernandes
    Cidadão brasileiro
    roosevelt@ebrnet.com.br

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