Matadouros: no Inferno, todos vestem roupas brancas

Denise Terra, EcoDebate, 21 de julho de 2010

Ainda não amanheceu, estamos diante da chuva e do frio do inverno gaúcho à espera do ônibus que irá nos guiar até um dos maiores matadouros do RS. Somos estudantes de medicina veterinária, cursando uma disciplina obrigatória de inspeção de produtos de origem animal. A maioria de nós encontra-se eufórica, à espera dos ‘momentos emocionantes’ do dia. Eu estou em um canto, sendo observada de perto pela professora e o coordenador do curso, que ao saberem que sou vegana e ativista, temem que eu tenha um colapso na linha de matança.

Entramos no ônibus e seguimos viagem. No caminho, a sensação de que as cenas que eu teria que presenciar não seriam diferentes daquelas filmadas clandestinamente em matadouros ao redor do mundo, e ao mesmo tempo o sentimento inequívoco de que estaria prestes a presenciar uma série de crimes considerados ‘necessários’ pela humanidade.

Chegamos! Ao abrir a porta do ônibus, já somos tomados pelo impregnante odor adocicado da matança das aves que ocorre dentro do estabelecimento. Adentramos o local, após termos vestido roupas brancas especiais, e começamos a visita no sentido contrário ao fluxo produtivo para evitar contaminações no produto final. Trata-se de um corredor estreito, com o pé direito baixo, quase um túnel, que desemboca em uma luz amarela intensa, para repelir insetos. Nossa guia, então, abre a porta e entramos na parte final da produção. Um sistema complexo de esteiras e ganchos, chamados nórias, passam por nossas cabeças, e neles estão fixadas pelas patas as carcaças de frango, que pingam incessantemente uma gordura fétida acrescida da água hiperclorada utilizada em sua higienização.

Sob as esteiras estão os funcionários que trabalham em pé, diante de uma bancada, na maioria mulheres, que nos olham com curiosidade e espanto. A expressão em seus rostos é de uma tristeza marcante, mesclada pelo cansaço físico dos movimentos repetitivos que têm que executar diariamente. O barulho do local é ensurdecedor e, conforme andamos, o cheiro forte torna- se cada vez mais desagradável. Em cada bancada, os funcionários devem desempenhar uma função, chamadas de linhas de inspeção, que são classificadas por letras do alfabeto. Em cada letra ocorre a retirada padronizada de determinados órgãos.

Um grupo de mulheres, muitas sem luvas, trabalham retirando com as mãos, com uma destreza impressionante, a vesícula biliar das carcaças em processo de evisceração. Mais adiante, outra funcionária dedica-se a ‘pescar’ com uma barra de metal as carcaças que caem no chão, para destiná-las à graxaria, onde serão transformadas em produtos não-comestíveis. Durante a passagem das nórias podemos observar que cada uma apresenta uma marcação com uma cor, o que serve para fazer a contagem final dos frangos por produtor e repassar o lucro referente ao dia.

Uma máquina especial remove toda a carne restante presa nos ossos, que farão parte da liga que irá compor os caros e adorados nuggets. Estamos agora diante dos chillers, equipamentos responsáveis pelo aquecimento seguido de um resfriamento rápido das carcaças, com a finalidade de eliminar contaminantes biológicos da carne. Os chillers nada mais são do que grandes piscinas vermelhas de sangue com partículas de gordura que ficam boiando na superfície, onde os frangos ficam embebidos.

Olho para o chão e tudo o que vejo é sangue e uma quantidade absurda de água que parece verter de todos os lados para a limpeza das carcaças – estima-se que para a limpeza de cada carcaça de frango se gaste em média 35 litros de água! Desvio o olhar para cima e vejo carcaças sangrentas passando por minha cabeça, pois estamos nos aproximando do início do processo, quando começam a surgir aves com cabeças e penas, que são retiradas em uma máquina específica, o que deixa o chão lotado de penas brancas.

Nossa guia nos avisa que estamos chegando à linha de matança. Há uma diminuição abrupta da luz, onde funcionários trabalham quase no escuro. Os índices de depressão dos funcionários que exercem essa função são extremamente elevados, devido à insalubridade. Trata-se do início do processo de insensibilização. A luz é reduzida com a finalidade de reduzir a atividade e o estresse dos animais, que são extremamente sensíveis a este estímulo. A esteira segue com as aves penduradas na nória pela pata, de cabeça para baixo e agora passam por um túnel, onde sofrem eletronarcose – isto é, são molhadas e eletrocutadas, de modo que isso as atordoe, mas sem causar a morte. As galinhas seguem estáticas pela esteira, onde logo encontram uma serra, que fica presa a uma espécie de roda, e têm suas gargantas cortadas. Nossa guia nos explica que dependendo do tamanho das aves a altura da lâmina deve ser ajustada, para reduzir a margem de erros no corte mecanizado.

Na sequência, algumas galinhas encontram-se com o pescoço intacto, enquanto outras, mesmo com a traquéia perfurada, começam a se mexer, visivelmente conscientes. Um funcionário tem então como tarefa cortar o máximo de pescoços de galinhas que falharam na serra automática, mas a esteira passa em uma velocidade assustadora, são muitas aves que devem morrer hoje para atender à demanda do mercado, cada vez mais voraz por carne de frango. Não há tempo para cortar o pescoço de todas as intactas, nem de abreviar o sofrimento daquelas que se debatem. As aves seguem para serem escaldadas em água fervendo.

Fomos levados ao local do recebimento das cargas. Vemos caixas e caixas com mais aves do que espaço interno, em algumas há mais de dez animais. São tantas que muitas estão fora das caixas, respiram ofegantes, com o bico aberto pelo estresse e pelo medo. Elas estão há dez horas em jejum, sendo permitido o abate somente até doze horas após o início do jejum. O trabalho segue em ritmo frenético. Uma colega encontra uma galinha solta e a pega, colocando-a, de forma orgulhosa, em outra caixa que segue na esteira rumo à serra automática, emitindo um comentário de que estava feliz por ter conseguido pegá-la. Descemos as escadas e nos deparamos com o caminhão que as trouxe. Somos instruídos a não passar muito perto, pois poderíamos ser bicados pelas aves apinhadas dentro das caixas. Nos afastamos um pouco e, em poucos momentos, vemos aves soltas em cima do caminhão. Elas tentam voar mas não conseguem, e muitas acabam caindo direto no chão. Um funcionário aparece com um gancho e as junta pelas patas, como se fosse inços em meio a grama. Violentamente, ele junta o máximo de aves que pode pegar com cada mão. As aves estão penduradas apenas por uma das patas. Então, alguém lembra que ele poderia ser mais delicado e pensar no ‘bemestar’ animal, afinal, deste modo, os frangos podem apresentar lesões graves como rupturas e fraturas, o que compromete o retorno financeiro pela carcaça.

Somos encaminhados para uma espécie de área de descanso dos funcionários, onde esperamos pelo veterinário responsável pelo setor de suínos para nos acompanhar na visita deste setor. Neste momento uma funcionária, escorada por mais duas colegas, passa em estado de choque por nós. Ela estava sangrando muito na mão. Acabou de sofrer um acidente de trabalho. Ela chora muito, a lesão parece grave. Uma colega nossa se manifesta rindo, dizendo que não vai comer o frango que ela estava eviscerando na hora que se machucou! Muitos acham graça e riem. Mais à frente vejo uma placa dizendo ‘Estamos a ZERO dias sem acidentes de trabalho’ e, logo abaixo, ‘Recorde sem acidentes:83 dias’.

No setor de suínos, passamos pelo mesmo ritual de antissepsia e adentramos outro corredor estreito com luzes amarelas. Meu nariz ainda está impregnado com o cheiro da morte das galinhas e meus ouvidos ainda não se acostumaram ao barulho estridente das máquinas, que são fortemente audíveis mesmo com o uso de protetores auriculares. Uma porta se abre, e atrás do veterinário estão centenas de carcaças de porcos mortos pendurados pela pata traseira, passando pela esteira. O tamanho do animal impressiona. O veterinário nos conta que ali são abatidos 2350 suínos por dia! Os funcionários agora são em sua grande maioria homens, muitos aparentemente se orgulham de sua função, e riem enquanto serram o abdômen do animal e retiram as vísceras. Neste setor a esteira anda mais lentamente, devido ao tamanho do animal e a menor quantidade de animais que estão sendo abatidos, quando comparado ao setor de aves. Há sangue por tudo.

Para caminhar, temos que desviar das carcaças de 100 kg penduradas sobre nossas cabeças. Os funcionários realizam seu trabalho em etapas específicas da produção, uns arrancam a cabeça, enquanto outros em outra parte da sala removem os órgãos internos e outros ainda são responsáveis pela identificação de qual cabeça pertence a que corpo, através de um sistema de numeração para posterior inspeção de possíveis lesões que possam causar danos à saúde pública. Mais à frente vemos uma impressionante sequência de dezenas de porcos abatidos subindo de uma andar ao outro pelo sistema de esteiras. Somos convidados a ir até o andar de baixo onde ocorre a sangria. Para chegarmos lá temos que descer uma escada helicoidal estreita e escorregadia, devido à presença de gordura suína sob nossas botas. No meio desta escada existe uma espécie de calha por onde passam os animais mortos, ainda cheios de sangue. Nossa roupa está tapada de respingos de sangue.

De repente a temperatura do ambiente muda e começamos a sentir um calor e um barulho atípicos do lugar. Olho então para frente e vejo a cena de uma carcaça pendurada por uma pata passar por uma espécie de jogo automatizado de chamas. Durante os poucos segundos que dura o processo, podemos ver as carcaças envoltas de uma labareda azul, e sentimos um forte cheiro de pêlo queimado. As labaredas são utilizadas para eliminar os resquícios de cerdas após a remoção dos pêlos, previamente removidos por um sistema de borrachas. Chegamos finalmente na sangria. Os gritos estrondosos dos animais deveriam fazer qualquer um perceber que não é possível existir bem-estar diante da banalização da morte. Ao invés disso, muitos riem cada vez que um suíno é grosseiramente empurrado por um funcionário, munido de uma vara capaz de disparar choques de baixa intensidade, em direção a uma espécie de escorregador totalmente fechado dos quatro lados. No fim do escorregador está um funcionário de aparência assustadora com uma barra com uma espécie de ‘U’ na ponta. O ‘U’ é encaixado na cabeça do animal e suas pontas ficam em contato com a região temporal do crânio, onde um choque de grande intensidade é disparado. O animal cai como uma pedra, gerando um barulho característico de seu corpo desabando sobre a esteira metálica. Muitos apresentam contrações involuntárias nas patas, e parecem estar dando coices. Com uma destreza impressionante o funcionário seguinte corta a garganta do animal. Através do orifício na traquéia jorram litros de sangue. O veterinário nos explica que neste momento o animal ainda não está morto, mas que “conforme as boas práticas de bem-estar animal, estes devem morrer dentro de no máximo seis minutos”, após ocorrer a total eliminação do sangue pelo bombeamento cardíaco. Na verdade, o real motivo para que não se aceite a morte do animal em tempo superior a este, é evitar que a carcaça fique PSE – ‘pale, soft, exsudative’, ‘pálida, friável, exsudativa’, pois este tipo de produto não apresenta a qualidade necessária exigida pelo mercado, e consequentemente há perda nos lucros.

Somos levados até os currais onde podemos ver os suínos vivos serem empurrados para o escorregador. Eles estão em pânico, uns sobem sobre os outros, enquanto nos olham fixamente nos olhos com a real expressão do horror. Os gritos tornam-se cada vez mais altos e o funcionário os empurra com o bastão de choques. Mais atrás está outro funcionário com uma espécie de relho feito de sacos plásticos, e o desfere contra o lombo dos animais para estes andarem na direção da matança. O veterinário nos explica que o relho é feito deste material para não machucar os animais. Isto constituiria crueldade, algo condenável pelo ‘bem-estar animal’, valor muito importante dentro da empresa, e que poderia acarretar em lesões cutâneas, afetando negativamente o valor da carcaça.

Por fim, podemos ver os currais de chegada, onde os caminhões descarregam diariamente os animais para o abate. É neste local que deve ser feita a inspeção ante-mortem pelo veterinário da inspetoria. De acordo com os preceitos da humanização da morte, todos aqueles animais que chegam com fraturas na pata e que não conseguem mais se locomover adequadamente devem ser removidos em separado e enviados para a matança imediata, isto é, devem ter o direito de ‘furar a fila’ a fim de que o seu sofrimento seja abreviado. O veterinário, com muito orgulho, faz questão de dizer que “o processo precisa ser feito”! E que já que é necessário, “é preciso fazê-lo com dignidade e respeito pelos animais”; Ele ainda afirma que na indústria é possível assegurar que estes animais não passam por sofrimento, e que o seu fim é muito menos cruel do que seria se fossem predados por um leão na natureza!

Neste momento, é difícil conter o riso diante da tortuosidade do raciocínio exposto. Em local algum do mundo teríamos mais de 2000 suínos sendo predados em cadeia por leões vorazes, sistematicamente, todos os dias. Ao que consta, leões não têm a capacidade de raciocínio semelhante a um humano. Eles não podem fazer escolhas, simplesmente porque não têm como refletir sobre as consequências dos próprios atos. Leões não planejam estrategicamente como irão matar suas presas a fim de terem lucro com isso, e tampouco consideram normal a condição de degradação de outros seres de sua própria espécie em prol da satisfação do luxo de outros poucos. Apenas o ser humano é capaz de ter estratégias para a exploração máxima de todos aqueles capazes de sofrer sem de fato considerar isso. Hoje, muito se fala sobre bem-estar animal, porém trata-se apenas de um modo mais refinado de justificar injustificáveis fins.

O bem-estar animal agrada a muitos, pois consegue suavizar o sofrimento e a culpa daqueles que sustentam a indústria da morte, e ajudam a aumentar os lucros através de medidas que teoricamente são adotadas para beneficiar os animais, mas que são norteadas pelo aumento da produtividade e qualidade do produto final. O limite do ‘bem-estar animal’ vai até onde o marketing e o lucro podem vislumbrar. É inacreditável que, para a grande maioria, ingenuamente, esse ainda seja visto como o caminho para o fim do sofrimento. O sofrimento animal apenas poderá ser reduzido quando criarmos coragem para defender o direito dos animais, através da abolição do consumo de seus corpos para a satisfação fugaz de nossos desejos egoístas.

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30 Respostas

  1. Ao perceber a inacabavel situação humana perante a crescente e desenfreada produção de carcaças para consumo, hoje vejo que realmente não ira terminar muito menos diminuir. Fazemos parte de uma sociedade consumista, cruel e extremamente terrorista. Vejo que os humanos culparam e tanto criticaram as taticas nazistas mas elas perduram hoje. As camaras e os campos de exterminio ainda existem, com outros nomes e extremamente legalizadas. Fazemos parte desta sociedade, iremos pagar o preço por fazer parte dela. O texto explorado por esta materia é ótimo, fiquei a todo tempo imaginando sua presença dentro do inferno, creio que foi o pior dia de sua vida, mas creio que será recompensada pela sua mentalidade e amor a vida.

  2. É inacreditável como a industria de alimentos em todo o mundo é horrivel. É absurdo! Mas só com o tempo as pessoas se conscientizarao do mal que fazem aos animais e a si proprios. Que todos nós que ja temos algum tipo de consciencia, façamos nossa parte pelo bem geral, e tenhamos, de certa forma, paciencia com nossos irmaos que ainda nao veem mais adiante.

    Otimo Post!

  3. SEUS MOSTROS Q HORROR OS BICINHOS TAMBEM TEM VIDA E SENTEM DOR SEUS MOSTROS
    DEMONIOS

  4. seus filas da mae ….pra num fala outro nome …seus viados ..pukee vcs num cortam a pele de vcs …..covardes …..pegando inocentes animais …..vem pega eu …..queru ve …

    vão apodrece no inferno ….vcs num tem deus no coração …………c kiserem eu levo vcs para igreja e cc arrependem do ke fazem ……

    espero que quando foremm c arrepende num ceja tarde de mais …..

    troxas ….

  5. Seria o caso de marginalizarmos a industrialização?

  6. wilson c kiser contar cmigo tamos ai….é só falar vamo clokar esse caso nan tv …ai elis vão c ver com a justiça divina de deus ……..

    faço questão de denunciar

  7. vou fazer isso com sua mae vc e sua familha seu trxa matar bichos tao lindos vou na sua casa te matar viado

  8. NOSSA VS SAO HUNS IDIOTAS PQ FASEM ESTAS MALDADES COM ESTES BIXINHOS LINDOS …
    VCS NAO TEM CORAÇÃO PQ NAO FASEM ISSO COM AS SUAS MAES E FILHOS…..
    IDIOTASSSSSSSSS

  9. nossa eu queria fazer veterinária mais se for pra ver isso eu nao quero pq tenho 14 anos e sou vegetariana 13 anos e acho isso um absurdo falam que isso e desumano mais e muito humano pq nem um animal irracional e capaz de fazer uma covardia dessas

  10. Tanta merda escrita que é inacreditável que tenha partido de uma pessoa “formanda” em Medicina Veterinária.

    Tudo bem os erros com relação à tecnologia de abate, ninguém é obrigado a saber do que se trata cada operação, algumas coisas me fazem até duvidar que essa pessoa tenha visitado mesmo abatedouros, mas enfim…O que me chamou atenção foi ela dizer que litros e litros de sangue saem pela traquéia? Isso é de uma estupidez ímpar, sobretudo quando se trata de uma “formanda” em Medicina Veterinária.

  11. Caro(a) Bla, a questão não é o conhecimento em medicina veterinária da autora do texto, e sim os abusos cometidos pela indústria da carne. A única coisa que interessa na matança em série é o lucro. E o pior é que ainda vêm com esse papo de visar o “bem estar do animal”, quando está óbvio o sofrimento pelo qual esses animais passam.
    A sua opinião só faz como muitas outras: muda de assunto, em vez de discutir a crueldade com que esses animais são exterminados.

  12. vai apodrecer no inferno vou na sua casa esfaquear seu coelho

    • Tudo bem Juliana, concordo, nada de mudar de assunto.
      Quem realmente conhece um matadouro, sabe que pode não ser o ato mais humano matar 5 ou 6 mil animais por dia, mais o estabelecimento que segue a legislação do país, não faz essa matança com atos tão cruéis assim como essa gente ai encima diz. E não, o bem estar animal não está aí para melhorar os lucros dos frigoríficos, mas sim para diminuir (não acabar) com o sofrimento dos animais abatidos. Crueldade, pode ser, mas 99,9% da população contribui com essa crueldade quando compra qualquer derivado animal.

      • Você tocou na raiz da questão, pois se 99,9% compram é claro que nunca vai parar essa matança. Mas duvido que se preocupem em diminuir o sofrimento dos animais, já que desde o momento que alguém começa a manipular a vida de um animal não há como controlar o nível de sofrimento deste.

  13. NAO COMO MAIS NADA QUE SEJA DERIVADO DE QUALQUER TIPO DE ANIMAL!

    • Levar uma vida com o sentimento de ter cumprido sua parte na passagem por este mundo não tem preço.
      Seja bem vinda ao veganismo!

  14. MANO, VAI PRA PUTA QUE TE PARIU!!!! SE MATAR NUM FOSSE ERRADO, EU JURO QUE EU IRIA AI E ARRANCAVA O SEU OLHO ENQUANTO O BSERVA COM O OUTRO OLHO!!!! EU IRIA VIRAR VOCE DO AVESSO, IRIA CORTAR SEUS MEMBROS, NAO IRIA PARAR NEM SE VC PEDISSE ARREGO!! IRIA TE ESFAQUEAR, COTAR VC EM PICADINHO E QUEIMAR NO FOGO!!!!!!
    VOCE É UM FILHA DA PUTA, POBRE DE ALMA, DESGRAÇADA E ASSASINA! ESPERO QUE VOCE MORRA O MAIS CEDO POSSIVEL PRA QUUE OS ANIMAIS QUE VOCE MATOU POSSAM TE TORTURAR LA DO CEU ATE O INFERNO Q É ONDE VC VAI FICAR!!!!
    INUTIL, VADIA!

  15. Deus criou alguns animais para seram comidos pelo homem mesmo, precisamos desses nutrientes, frango, boi, peixe entre outros, todos precisam. a realidade que a demanda é muito grande afinal são 7 bilhões de pessoas no mundo. Trabalho em um abatedouro e todas das aves passam pela insensibilização antes da sangria (Ou seja, não existe esse sofrimento todo) .

    • Fala isso porque não é com você nem alguém de sua família que está sendo esquartejado. Abraço.

    • isso e um Abesurdo ,acho q vcs iam gosta se fosem vc ne!!
      nossa issso foi muito abersudo fica matando os bilhinhos
      eles na tem culpa de vcs faserem isso!!! mano tu e maluco da cabesa
      ne ta loco ou tem poblemA??

    • Se Deus criou os animais para “serem comidos por nós”, eu, nem você podemos afirmar. Mas que ele nos deu um CÉREBRO e capacidade de reflexão acerca dos nossos atos, (sobretudo para discernir o bom do mau, o justo do injusto, o necessário do desnecessário), eu tenho certeza absoluta. Agora, se acha que os animais não passam pelo sofrimento “todo” relatado, é recomendável que você prove o que está falando, passando pela mesmo processo. Que tal? No dos outros é refresco, não é mesmo? Podemos encontrar todos os nutrientes que precisamos na natureza, não precisamos comer animais para isso. Ademais, ainda que precisássemos de tais nutrientes, é cabível que o outro que tenha que pagar por isso? Lógica de bandido: “não tenho, vou tomar e lasque-se o outro”. Se vira, os animais não estão aqui para nos servir. E, para finalizar, muito me felicita o fato de que da mesma forma que consideramos que podemos fazer do outro o que bem quisermos para nossa própria satisfação, outros pensam isso de nós, por isso não hesitam em estourar nossos miolos (ou de algum familiar nosso) para roubar nosso dinheiro, por exemplo. Aí não chora na tv pedindo justiça não. Se consideramos que podemos fazer isso a outros, ao mesmo tempo estamos sujeitos a que façam conosco. É bom ter consciência disso, aqui se faz, aqui se pena!

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